Coro Infantil Casa da Música

Coro Infantil Casa da Música

Coro Infantil Casa da Música

BIOGRAFIA

O Coro Infantil Casa da Música é um dos grupos residentes da instituição, justificando por talento próprio a sua estreia pública num dos concertos maiores de 2017: no Dia Mundial da Música, juntou-se à Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, ao Coro Nacional de España e ao Coro Lira para interpretar o War Requiem de Benjamin Britten. Desde então, já cantou a Missa em Si menor de Bach, o Stabat Mater de Dvořák, o Te Deum de Berlioz e a Carmina Burana de Carl Orff, partilhando o palco com a Orquestra Sinfónica, a Orquestra Barroca e o Coro Casa da Música, o Coro Nacional de España e o Ensemble Vocal Pro Musica. Repertórios heterogéneos, em que se incluem músicas tradicionais de diferentes países, dão forma aos seus concertos regulares em nome próprio. Entre estes destacam-se a celebração do centenário de Eugénio de Andrade, com poemas musicados por Fernando Lopes-Graça, e um programa resultante de uma residência em Portugal de Jim Papoulis, compositor norte-americano dedicado à música infanto-juvenil.

Formado por cerca de 50 crianças, o Coro Infantil Casa da Música resulta e é parte integrante de uma dinâmica iniciada no ano letivo de 2016/2017 e que continua. Em articulação com as escolas básicas de Quatro Caminhos (Matosinhos), Lomba (Porto) e Quinta das Chãs (Vila Nova de Gaia), desenvolveu-se um processo de formação coral que chamou cerca de 350 crianças, agregou educadores e famílias, motivou as comunidades vizinhas. Deste percurso resultaram três grupos corais, um por escola, de onde saem as vozes do Coro Infantil. São, assim, quatro estruturas a evoluir numa geografia alargada, orientadas pelo Serviço Educativo. Exploração de repertórios corais, composição coletiva e incentivo ao sucesso curricular são alicerces deste projeto.

MAESTRO TITULAR

RAQUEL COUTO

Raquel Couto nasceu no Porto, em 1988. Desde cedo, os seus estudos no Curso de Música Silva Monteiro relacionaram-se com a área da música coral. Licenciou-se em Direção Coral, com o maestro Paulo Lourenço, na Escola Superior de Música de Lisboa. Com o objetivo de aprofundar os seus conhecimentos na área da pedagogia coral infantojuvenil, foi participando em cursos e formações com os maestros Stephen Coker, Eugene Rogers, Paul Caldwell e Brett Scott (EUA); Werner Pfaff (Alemanha); Paul McCreesh, Greg Beardsell e Rachel Joy Staunton (Inglaterra); Elisenda Carrasco, Esteve Nabona e Basilio Astulez Duque (Espanha); Patrícia Costa (Brasil) e Maria Guinand (Venezuela). Frequentou, em 2012, o curso “Write an Opera”, na Royal Opera House, em Londres

Raquel Couto

É maestrina titular do Coro Infantil Casa da Música e tem participado noutros projetos desenvolvidos nesta instituição — foi maestrina assistente na interpretação da Sinfonia n.º 4 de Charles Ives e de Das klagende Lied de Mahler, pela Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. 

Integra o grupo de formadores do Serviço Educativo da Casa da Música.

Tem também feito a narração de histórias infantis em concertos com orquestra, destacando-se as obras Cinderela de Prokofieff e Ma Mère l’Oye de Ravel (ambos com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música) e o Elefante Babar com a Orquestra Clássica de Espinho. 

É fundadora e diretora artística do Coro Lira (Infantil, Juvenil e Adultos), que se tem apresentado em diversas salas do país. Estreou dez obras de compositores portugueses no espetáculo “Coisas Que Não Há Que Há” (encenado por Catarina Lacerda) e “Aurora, ópera para uma epopeia dos tempos modernos” (encenada por Nuno M Cardoso).

MÚSICOS

Adriana Moreno
Afonso Guimarães 
Alycia Conceição 
Ana Bernardo
Ana Luísa Laia 
Ana Rita Brenhas
António Fontelonga
Beatriz Pinto
Carolina da Silva Moreira
Carolina Guedes
Carolina Oliveira
Carolina Rodrigues Moreira
David Ferreira
Diana Castro
Dinis Duarte
Dinis Moreira
Elana Mendes
Erica Azevedo
Ester Duarte
Francisca Soares
Gabriel Silva
Joana Sousa
Julia Caldeira
Kenza Dalil
Lara Loureiro
Leonardo Oliveira
Leonor Costa
Leonor Oliveira
Leonor Silva
Letícia Altoé
Luna Leite
Mafalda Couto
Margarida Teixeira
Maria Clara Silva
Maria Eduarda Pimentel
Maria Emília Costa
Maria Francisca Brito
Maria Leonor Vilela
Maria Miguel Ribeiro
Maria Rita Andrade
Mariana Bandeira
Matilde Costa
Matilde Leite
Matilde Pinheiro
Nair Bilber
Pedro Soares
Rafaela Filipe
Rita Morais
Sara Rodrigues 
Sarah Pressler
Suéli Fernandes
Yago Alves 

Formadores
Raquel Couto (maestrina titular)
Joana Leite Castro (técnica vocal)
Jonas Pinho (formação musical)
Dalila Teixeira e Duarte Cardoso (pianistas acompanhadores)

PRÓXIMOS CONCERTOS

Coro Casa da Música

Coro Casa da Música

Coro Casa da Música
Coro Casa da Música

BIOGRAFIA

Léo Warynski maestro titular
Paul Hillier maestro emérito
Pedro Teixeira maestro adjunto

Fundado em 2009, o Coro Casa da Música tem uma formação base de 18 cantores, que se alarga a dimensão média ou sinfónica em função dos programas apresentados. Contou com Paul Hillier como maestro titular, até 2019, e tem sido dirigido por outros nomes prestigiados no âmbito da música coral, como Martina Batič, Simon Carrington, Nicolas Fink, Antonio Florio, Robin Gritton, Sofi Jeannin, Andrew Parrott, Marco Mencoboni, Kaspars Putniņš, Nacho Rodríguez, Gregory Rose, Nils Schweckendiek, Léo Warynski e James Wood, além do seu maestro adjunto Pedro Teixeira. Em 2025 trabalha pela primeira vez com Florian Helgath e Peter Dijkstra. A interpretação de obras corais-sinfónicas levam-no a colaborar com os maestros Martin André, Stefan Blunier, Douglas Boyd, Baldur Brönnimann, Olari Elts, Leopold Hager, Michail Jurowski, Michael Sanderling, Christoph König, Peter Rundel, Vassily Sinaisky e Takuo Yuasa, destacando-se ainda os programas de música antiga com especialistas como Laurence Cummings, Paul McCreesh e Hervé Niquet.

As temporadas do Coro Casa da Música revelam um repertório abrangente que se estende dos primórdios da polifonia medieval à nova música. Apresentou em estreia mundial obras de Francesco Filidei, Michael Gordon, Gregory Rose, Manuel Hidalgo, Carlos Caires, Daniel Moreira e ainda uma partitura reencontrada de Lopes-Graça. Fez estreias nacionais de obras contemporâneas de Birtwistle, Manoury, Dillon, Haas ou Rihm, e tem interpretado outras figuras-chave dos séculos XX e XXI, como Lachenmann, Schoenberg, Stockhausen, Gubaidulina, Ligeti, Distler, Kagel ou Cage. A presente temporada reforça a versatilidade do Coro, abrangendo a música antiga com Allegri, Scarlatti e João Rodrigues Esteves, uma figura importante do Barroco português, mas também obras recentes de Caroline Shaw, James MacMillan e Knut Nystedt, esta última em estreia nacional.

A música portuguesa é um dos focos de atenção do Coro, com programas dedicados ao período de ouro da polifonia renascentista, a Lopes-Graça ou a obras corais-sinfónicas como o Requiem à memória de Camões de João Domingos Bomtempo, o Te Deum de António Teixeira e o Libera me de Bomtempo. O seu primeiro disco, dedicado a Fernando Lopes-Graça, foi editado pela Naxos em junho de 2024.

As colaborações com os agrupamentos instrumentais da Casa da Música têm permitido ao Coro a interpretação de obras como: Vésperas de Monteverdi, Te Deum de Charpentier, Missa em Si menor, Oratória de Natal e Magnificat de Bach, Messias de Händel, Gloria de Vivaldi, As Estações, A Criação e Missa de Santa Cecília de Haydn, Requiem e Missa em Dó menor de Mozart, Gurre-Lieder de Schoenberg, Sinfonia Coral e Missa Solemnis de Beethoven, Requiem Alemão de Brahms, Requiem de Verdi, Credo de Arvo Pärt, Das klagende Lied de Mahler, Carmina Burana de Orff e Elektra de Richard Strauss. Na temporada de 2025, apresenta a Missa Glagolítica de Janáček, a Sinfonia n.º 3 “Canção da noite” de Szymanowski e o Magnificat em Dó de Telemann.

As digressões do Coro Casa da Música já o levaram ao Festival de Música Antiga de Úbeda y Baeza e ao Auditório Nacional de Madrid, ao Festival Laus Polyphoniae em Antuérpia, ao Festival Handel de Londres, ao Festival de Música Contemporânea de Huddersfield, ao Festival Tenso Days em Marselha, aos Concertos de Natal de Ourense e a várias salas portuguesas.

Leo Warynski

Léo Warynski é um maestro francês cujo trabalho reflete um profundo compromisso com a prática musical coletiva e uma ampla curiosidade artística. Reconhecido pela versatilidade do seu repertório, move-se com igual facilidade entre a ópera, a música coral e a música orquestral, do repertório antigo às obras contemporâneas. A sua direção é amplamente elogiada pela clareza do gesto, precisão sonora e forte sentido de arquitetura musical.

Apresenta-se regularmente nas principais salas de concerto e de ópera em França e no estrangeiro, incluindo a Philharmonie de Paris, Ópera de Nice, Scala de Milão e Teatro Colón. O seu repertório operático vai de Mozart e Britten a Philip Glass e Unsuk Chin, enquanto os seus programas de concerto exploram muitas vezes ligações inesperadas entre diferentes períodos musicais.

Uma parte central da sua atividade artística é dedicada à música vocal. Em 2010, fundou o ensemble vocal Les Métaboles, que rapidamente se tornou um dos principais coros profissionais de França, aclamado pela qualidade do seu som, flexibilidade estilística e programação arrojada. Com Les Métaboles, interpreta um vasto repertório que vai da polifonia renascentista à criação contemporânea, marcando presença em festivais e salas de concerto de relevo.

Paralelamente, Léo Warynski é diretor musical do ensemble instrumental Multilatérale desde 2014. Com esta formação desenvolve projetos ambiciosos na interseção entre música de câmara, repertório orquestral e nova criação, colaborando com alguns dos principais compositores e intérpretes da atualidade.

2026

PRÓXIMOS CONCERTOS

AUDIÇÕES

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Orquestra Barroca Casa da Música

Orquestra Barroca Casa da Música

BIOGRAFIA

A Orquestra Barroca Casa da Música formou-se em 2006 com a finalidade de interpretar a música barroca numa perspetiva historicamente informada. Para além do trabalho regular com o seu maestro titular, Laurence Cummings, foi dirigida por Rinaldo Alessandrini, Alfredo Bernardini, Amandine Beyer, Fabio Biondi, Harry Christophers, Antonio Florio, Paul Hillier, Paul McCreesh, Riccardo Minasi, Hervé Niquet, Andrew Parrott, Rachel Podger, Christophe Rousset, Dmitri Sinkovsky, Andreas Staier e Masaaki Suzuki, na companhia de solistas como Roberta Invernizzi, Franco Fagioli, Peter Kooij, Dmitri Sinkovsky, Alina Ibragimova, Rachel Podger, Marie Lys, Iestyn Davies, Rowan Pierce, Josep-Ramon Olivé, Andreas Scholl, Pieter Wispelwey, Ilya Gringolts, Fernando Guimarães, Anna Dennis e Nuria Rial, e os agrupamentos The Sixteen, Coro Casa da Música e Coro Infantil Casa da Música.

Os concertos da Orquestra Barroca têm sido aclamados pela crítica nacional e internacional. Fez a estreia portuguesa da ópera Ottone de Händel e a estreia moderna da obra L’Ippolito de Francisco António de Almeida. Apresentou-se em digressão em Espanha (Palau de la Musica em Barcelona, Festival de Música Antiga de Úbeda y Baeza e Ourense), Inglaterra (Festival Handel de Londres), França (Ópera de Dijon e Festivais Barrocos de Sablé e de Ambronay), Alemanha (BASF em Ludwigshafen am Rhein), Áustria (Konzerthaus de Viena) e China (Conservatório de Pequim), além de várias cidades portuguesas.

Ao lado do Coro Casa da Música, interpretou a Missa em Si menor, o Magnificat, as Oratórias de Páscoa, Ascensão e Natal, e várias cantatas de Bach, Te Deum e Missa Assumpta est Maria de Charpentier, Messias de Händel, Vésperas de Santo Inácio de Domenico Zipoli, Missa de Santa Cecília de Haydn e Gloria de Vivaldi. Tem tocado regularmente com o cravista de renome internacional Andreas Staier, com quem gravou o disco À Portuguesa (Harmonia Mundi, 2018), que incluiu dois concertos de Carlos Seixas e foi apresentado no Porto e em digressão Ópera de Dijon, BASF em Ludwigshafen am Rhein, Konzerthaus de Viena, Auditorium de Lyon e Noites de Queluz em Sintra. Nas últimas temporadas, interpretou a integral dos Concertos Brandeburgueses, os Stabat Mater de Pergolesi, Charpentier, Vivaldi e Scarlatti, as Vésperas de Monteverdi, Ode para o Dia de Santa Cecília de Händel, Sete últimas palavras de Cristo na Cruz de Haydn, Música Aquática de Telemann, excertos de serenatas de António Leal Moreira e o Stabat Mater de José Joaquim dos Santos, entre muitas outras.

A temporada de 2025 traz colaborações com a violinista Jane Gordon, a flautista Marta Gonçalves e o cravista Mahan Esfahani, que se estreia na direção da Orquestra. A apresentação do Stabat Mater de Pergolesi conta com a voz penetrante do contratenor Iestyn Davies. Além de concertos para três cravos e dois dos célebres Concertos Brandeburgueses de Bach, a música concertante está em evidência nos regressos dos prestigiados maestros e solistas Alfredo Bernardini e Fabio Biondi. O ano termina com o Magnificat de Telemann, que junta em palco a Orquestra Barroca, o Coro Casa da Música e o Coro Infantil.

A discografia da Orquestra Barroca inclui gravações ao vivo de obras de Avison, D. Scarlatti, Carlos Seixas, Avondano, Vivaldi, Bach, Muffat, Händel e Haydn, sob a direção de maestros prestigiados.

MAESTRO TITULAR

LAURENCE CUMMINGS

Laurence Cummings é um dos músicos mais versáteis na corrente da interpretação histórica em Inglaterra, como cravista e como maestro. É diretor musical da Academy of Ancient Music, do Handel Festival de Londres e da Orquestra Barroca Casa da Música. É considerado uma autoridade na música de Händel e “um dos melhores divulgadores do compositor em todo o mundo”.

Aclamado frequentemente pelas suas interpretações sofisticadas e empolgantes nos teatros de ópera, tem-se apresentado um pouco por toda a Europa, dirigindo produções para a Ópera de Zurique (Belshazzar, King Arthur), o Theater an der Wien (Saul), a Ópera de Gotemburgo (Orfeu e Eurídice de Gluck, Giulio Cesare, Alcina e Idomeneo), o Théâtre du Châtelet (Saul) e a Ópera de Lyon (Messias). No Reino Unido é convidado regular da English Nacional Opera (Radamisto, L’Incoronazione di Poppea, Semele, Messias, Orfeu e Indian Queen), do Glyndebourne Festival (Saul, Giulio Cesare e Fairy Queen) e do Garsington Opera (L’Incoronazione di Dario, L’Olympiade e La Verita in Cimento de Vivaldi). Apresentou-se ainda no Linbury Theatre Covent Garden (Berenice e Alceste), na Opera North (L’Incoronazione di Poppea), no Buxton International Festival (Tamerlano e Lucio Silla de Mozart) e na Opera Glassworks (The Rake’s Progress). Na temporada 2020/21 organizou a última edição do Festival Internacional Händel de Göttingen na qualidade de Diretor Artístico, cargo que ocupou durante nove anos.

É também um maestro experiente nas salas de concerto, sendo frequentemente convidado para dirigir orquestras de instrumentos de época e modernos, entre as quais a Academy of Ancient Music, a Orchestra of the Age of Enlightenment, o English Concert, a Handel and Haydn Society em Boston, a Orquestra Barroca da Croácia, La Scintilla (Zurique), a Juiliard 415, o Musikcollegium Winterthur, a St Paul Chamber Orchestra, as Orquestras de Câmara de Basileia, Moscovo e Escócia, e as Sinfónicas de Washington, Kansas, Jerusalém e da Rádio de Frankfurt. No Reino Unido dirigiu a Royal Northern Sinfonia, a Orquestra Hallé, a Sinfónica de Bournemouth, a Filarmónica Real de Liverpool, a Orquestra do Ulster e a Orquestra Real Nacional Escocesa.

A sua discografia inclui gravações com Emma Kirkby e a Royal Academy of Music (BIS), Angelika Kirschlager e a Orquestra de Câmara de Basileia (Sony BMG), Maurice Steger e o English Concert (Harmonia Mundi), e Ruby Hughes e a Orchestra of the Age of Enlightenment (Chandos), bem como um ciclo de óperas e concertos gravados no Festival Internacional Händel de Göttingen (Accent). Gravou ainda numerosos discos em recital de cravo solo e música de câmara para a Naxos.

Foi bolseiro de órgão no Christ Church em Oxford, onde se diplomou com distinção. Até 2012, foi diretor dos estudos de Performance Histórica na Royal Academy of Music, criando no curriculum a prática em orquestras barrocas e clássicas. É agora William Crotch Professor de Interpretação Histórica.

PRÓXIMOS CONCERTOS

Digressões

AUDIÇÕES

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Remix Ensemble Casa da Música

Remix Ensemble Casa da Música

BIOGRAFIA

Desde a sua formação, em 2000, o Remix Ensemble Casa da Música apresentou cerca de 115 obras em estreia absoluta e foi dirigido por maestros de prestígio internacional como Peter Rundel, Peter Eötvös, Heinz Holliger, Reinbert de Leeuw, Emilio Pomàrico, Ilan Volkov, Matthias Pintscher, Enno Poppe, Jörg Widmann, Baldur Brönnimann, Olari Elts e Tito Ceccherini, entre outros. Stefan Asbury foi o seu primeiro maestro titular.

No plano internacional, subiu aos palcos mais importantes de cidades como Paris, Viena, Berlim, Colónia, Zurique, Hamburgo, Donaueschingen, Antuérpia, Bruxelas, Milão, Budapeste, Estrasburgo, Amesterdão, Witten, Roterdão, Luxemburgo, Huddersfield, Orleães, Bourges, Toulouse, Reims, Norrköping, Barcelona, Madrid, Valência e Ourense, incluindo os festivais Wiener Festwochen e Wien Modern (Viena), Agora (IRCAM Paris), Printemps des Arts (Monte Carlo), Acht Brücken (Colónia), Musica Strasbourg e Donaueschinger Musiktage. Foi o primeiro agrupamento musical português a tocar na Elbphilharmonie de Hamburgo (2020). Regressou a esta sala em 2023, numa digressão com Matthias Goerne que o levou também à Philharmonie de Colónia.

Entre as obras interpretadas em estreia mundial, incluem-se encomendas a Wolfgang Rihm, Georg Friedrich Haas, Wolfgang Mitterer, Francesco Filidei, Hèctor Parra, Erkki­Sven Tüür, Rebecca Saunders, Justė Janulytė, Enno Poppe, Daniel Moreira e Jörg Widmann, além de composições de Pascal Dusapin, Georges Aperghis e Peter Eötvös; e ainda as óperas Philomela de James Dillon (Porto, Estrasburgo e Budapeste), Das Märchen de Emmanuel Nunes (Lisboa), Giordano Bruno de Francesco Filidei (Porto, Estrasburgo, Reggio Emilia e Milão) e a nova produção da ópera Quartett de Luca Francesconi (Porto e Estrasburgo). Apresentou um concerto cénico sobre a Viagem de Inverno de Schubert na reinterpretação de Hanz Zender, com encenação de Nuno Carinhas. O projeto Ring Saga, com música de Wagner adaptada por J. Dove e G. Vick, levou o Remix Ensemble em digressão por grandes palcos europeus. Nas últimas temporadas estreou em Portugal obras de Emmanuel Nunes, Harrison Birtwistle, Peter Eötvös, James Dillon, Georg Friedrich Haas, Magnus Lindberg, Luca Francesconi, Philippe Manoury, Olga Neuwirth, Wolfgang Mitterer, Thomas Larcher, Christophe Bertrand, Oscar Bianchi, Philip Venables, Cathy Milliken, Liza Lim e Federico Gardella, além de compositores portugueses de várias gerações.

No ano em que comemora o seu 25.º aniversário, o Remix Ensemble continua a apresentar primeiras audições nacionais, incluindo obras de Liza Lim, Sarah Nemtsov, Olga Neuwirth, Jo Kondo, Isabel Mundry e Jorge E. López. Estreia ainda novas obras encomendadas pela Casa da Música a Steve Reich — partilhando o palco com o Synergy Vocals — e Johannes Maria Staud — esta ao lado do tenor Christoph Prégardien e tendo como ponto de partida o ciclo Die Schöne Müllerin de Schubert. Termina a temporada com o regresso à última composição de Frank Zappa, Yellow Shark.

O Remix tem 18 discos editados com obras de Pauset, Azguime, Côrte-Real, Peixinho, Dillon, Jorgensen, Staud, Nunes, Bernhard Lang, Pinho Vargas, Mitterer, Rehnqvist, Dusapin, Francesconi, Chin, Schöllhorn, Aperghis e Eötvös. A revista Gramophone incluiu o CD com obras de Pascal Dusapin na restrita listagem de Escolha dos Críticos do Ano 2013.

PRÓXIMOS CONCERTOS

audições

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Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Ludovic Morlot

Ludovic Morlot será o novo Maestro Titular Designado da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, com início de funções como Maestro Designado em janeiro de 2027, e como Maestro Titular em setembro de 2027.

BIOGRAFIA

A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música tem sido dirigida por reputados maestros, de entre os quais se destacam Stefan Blunier, Baldur Brönnimann, Olari Elts, Peter Eötvös, Heinz Holliger, Elihau Inbal, Michail Jurowski, Christoph König, Reinbert de Leeuw, Andris Nelsons, Vasily Petrenko, Emilio Pomàrico, Peter Rundel, Michael Sanderling, Vassily Sinaisky, Tugan Sokhiev, John Storgårds, Jörg Widmann, Ryan Wigglesworth, Antoni Wit, Christian Zacharias, Lothar Zagrosek, Nuno Coelho, Pedro Neves, Joana Carneiro, Abel Pereira, Tito Ceccherini e Clemens Schuldt.

Diversos compositores trabalharam também com a orquestra, no âmbito das suas residências artísticas na Casa da Música, destacando-se os nomes de Emmanuel Nunes, Jonathan Harvey, Kaija Saariaho, Magnus Lindberg, Pascal Dusapin, Luca Francesconi, Unsuk Chin, Peter Eötvös, Helmut Lachenmann, Georges Aperghis, Heinz Holliger, Harrison Birtwistle, Georg Friedrich Haas, Jörg Widmann, Philippe Manoury e Rebecca Saunders, a que se junta em 2023 o compositor e maestro Enno Poppe.

A Orquestra tem pisado os palcos das mais prestigiadas salas de concerto de Viena, Estrasburgo, Luxemburgo, Antuérpia, Roterdão, Valladolid, Madrid, Santiago de Compostela e Brasil, e em 2021 atuou pela primeira vez na emblemática Philharmonie de Colónia. Em 2023, apresenta novas encomendas da Casa da Música aos compositores Heiner Goebbels, Pedro Amaral, José Maria Sanchez-Verdú, Klaus Ospald e João Caldas. Nesta temporada, destaca-se ainda a interpretação da ópera Elektra de Richard Strauss, da cantata Carmina Burana de Carl Orff e de várias obras em estreia nacional entre as quais A House of Call. My Imaginary Notebook de Heiner Goebbels, Requiem de Hans Werner Henze, o Concerto para piano e orquestra de Ferruccio Busoni e Stele de György Kurtág.

As temporadas recentes da Orquestra foram marcadas pela interpretação das integrais das sinfonias de Mahler, Prokofieff, Brahms e Bruck­ner; dos concertos para piano e orquestra de Beethoven e Rachmaninoff; e dos concertos para violino e orquestra de Mozart. Em 2011, o álbum “Follow the Songlines” ganhou a categoria de Jazz dos prémios Victoires de la musique, em França. Em 2013 foram editados os concertos para piano de Lopes-Graça, pela Naxos, e o disco com obras de Pascal Dusapin foi Escolha dos Críticos na revista Gramophone. Nos últimos anos surgiram os discos monográficos de Luca Francesconi (2014), Unsuk Chin (2015), Georges Aperghis (2017), Harrison Birt­wistle (2020), Peter Eötvös e Magnus Lindberg (2021), além de gravações de dezenas de obras de compositores portugueses.

A origem da Orquestra remonta a 1947, ano em que foi constituída a Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto, que desde então passou por diversas designações. Após a extinção das Orquestras da Radiodifusão Portuguesa foi fundada a Régie Cooperativa Sinfonia (1989-1992), sendo posteriormente criada a Orquestra Clássica do Porto e, mais tarde, a Orquestra Nacional do Porto (1997), alcançando a formação sinfónica com um quadro de 94 instrumentistas em 2000. A Orquestra foi integrada na Fundação Casa da Música em 2006, vindo a adoptar a actual designação em 2010.

MAESTRO TITULAR

STEFAN BLUNIER

Stefan Blunier tornou-se maestro titular da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música no início de 2021. Para além dos seus compromissos no Porto, a temporada 2021/22 leva-o a dirigir a Orquestra da Suíça Romanda, a Sinfónica de Berna, a Orquestra Estatal de Darmstadt, a Sinfónica da Ópera de Toulon e a Sinfónica de Singapura. Regressa à Deutsche Oper am Rhein com Macbeth de Verdi.

Depois do grande sucesso que foi a nova produção de Wozzeck de Berg, no Grand Théâtre de Genève, em 2017, Blunier foi imediatamente convidado para uma nova produção de O Barão Cigano. Dirigiu depois Lohengrin na Ópera de Frankfurt, onde foi também bem-sucedido com Daphne, Tristão e Isolda e Carmen. É convidado frequente da Ópera Alemã de Berlim, onde se apresentou recentemente com Carmen, Salomé e O Morcego. Dirigiu Diálogos das Carmelitas de Poulenc na Ópera Estatal de Hamburgo, Os Contos de Hoffmann na Den Norske Opera (Oslo) e na Komische Oper (Berlim), e ainda uma nova produção de Der ferne Klang de Schreker na Ópera Real Sueca.

Com produções como Der Golem de Eugen d’Albert e Irrelohe de Schreker, Stefan Blunier ajudou a Orquestra Beethoven e a Ópera de Bona a conquistarem prestígio para lá da sua região, durante o período em que foi diretor geral de música da cidade, até 2016. Ambas as óperas foram editadas pela Dabringhaus & Grimm e receberam vários prémios: ECHO 2011 (Golem) e 2012 (Irrelohe), bem como o Prémio da Crítica Discográfica Alemã 2012 (Irrelohe). O seu trabalho com esta orquestra incluiu a gravação de uma impressionante discografia, com obras raramente apresentadas de Anton Bruckner, Franz Liszt e Franz Schmidt, bem como a criação de um ciclo dedicado a Beethoven.

Stefan Blunier

Como maestro de ópera, Stefan Blunier tem-se apresentado em cidades como Munique, Hamburgo, Leipzig, Estugarda, Montpellier, Oslo, Berna e Londres. Como convidado, dirigiu praticamente todas as orquestras sinfónicas das rádios alemãs, a Orquestra da Gewandhaus de Leipzig, a Sinfónica de Duisburg, o Frankfurt Museumskonzerte e muitas orquestras da Dinamarca, da Bélgica, do Extremo Oriente, da Suíça e de França. Mais recentemente, dirigiu a Sinfónica NHK (Japão), a Sinfónica Escocesa da BBC, a Sinfónica Nacional da Irlanda, a Filarmónica de Estugarda, a Sinfónica do Porto Casa da Música, as Filarmónicas de Rheinland-Pfalz e do Sul da Holanda, a Orquestra da Rádio Norueguesa e a Century Symphony Orchestra de Osaka. Paralelamente aos seus compromissos em Bona, foi maestro convidado principal da Orquestra Nacional da Bélgica (2010-2013).

Natural de Berna (Suíça), Stefan Blunier estudou piano, trompa, composição e direção de orquestra em Berna e na Escola Superior Folkwang, em Essen. É fundador do Ensemble für Neue Musik Essen. Depois das bem-sucedidas participações nos Concursos de Direção de Besançon e Malko, foi nomeado maestro titular associado em Mannheim e diretor musical e maestro titular em Darmstadt (2001-2008), antes de assumir o seu mandato como diretor geral de música da Ópera e da Orquestra Beethoven de Bona (2008-2016).

MÚSICOS

PRÓXIMOS CONCERTOS

AUDIÇÕES

Clarinete – Solista B – Permanente

Data da audição: 03 de junho de 2026, 10:00

Local da audição: Casa da Música, Porto, Portugal

Comunicação dos candidatos pré-selecionados: até 30 de abril 2026

Data limite para submissão de candidaturas: 26 de abril 2026

2.os Violinos – Solista B+Tutti – Permanente – 2 Lugares

Data da audição: 05 de junho de 2026, 10:00

Local da audição: Casa da Música, Porto, Portugal

Comunicação dos candidatos pré-selecionados: até 30 de abril 2026

Data limite para submissão de candidaturas: 25 de abril 2026

Violoncelo – Tutti – Permanente

Data da audição: 28 de julho de 2026, 10:00

Local da audição: Casa da Música, Porto, Portugal

Comunicação dos candidatos pré-selecionados: até 26 de junho 2026

Data limite para submissão de candidaturas: 22 de junho 2026

Fagote – Solista A – Permanente

Data da audição: 29 de julho de 2026, 10:00

Local da audição: Casa da Música, Porto, Portugal

Comunicação dos candidatos pré-selecionados: até 30 de junho 2026

Data limite para submissão de candidaturas: 26 de junho 2026

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