Nuno Vaz

Nuno Vaz

Chefe de Naipe

Nuno Vaz foi Solista A e Chefe de Naipe da Orquestra Metropolitana de Lisboa, entre 2008 e 2016, e desde 2011 é membro do Remix Ensemble Casa da Música.

Como artista convidado, tem-se apresentado com a Sinfónica do Porto Casa da Música, a Sinfónica MusicAeterna de Perm (Rússia), a Filarmónica de Hamburgo, a Sinfonietta de Lisboa, a Orquestra Gulbenkian e a Orquestra Clássica do Sul, sob a batuta e ao lado de grandes nomes do panorama musical mundial, em países como Portugal, Espanha, Brasil, França, Inglaterra, República Checa, Suíça, Áustria, África do Sul, Bélgica, Cabo Verde, Luxemburgo, Holanda, China, Itália, Alemanha e Turquia.

Nuno Vaz gravou para a RTP, a RDP, a RV e a Antena 3 e com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Da Weasel, Rui Veloso, Tito Paris, Katia Guerreiro, Ala dos Namorados, The Gift, Let the Jamroll, a Orquestra Sinfonietta de Lisboa e a Banda Filarmónica Vizelense. Apresentou-se a solo com a Banda Filarmónica Vizelense, a Orquestra de Sopros da Sociedade Filarmónica Vizelense, a Orquestra do Algarve, a Metropolitana de Lisboa e a Orquestra Gulbenkian, interpretando obras de Mozart, Haydn, R. Strauss e Britten.

É membro fundador do quarteto de trompas ART4ORN, do Quinteto de Sopros Espelho Musical, do Quinteto de Sopros 1/4 de Tom e do Ensemble Português de Trompas.

Em 2007 concorreu ao Prémio Jovens Músicos, ganhando o 1.º prémio na categoria de Trompa – Nível Superior. Em 2017 foi convidado a integrar o júri do mesmo concurso. Em 2008, foi distinguido com um Voto de Louvor pela Câmara Municipal de Vizela. Continua ligado à Sociedade Filarmónica Vizelense como músico da Filarmónica dessa mesma instituição.

Foi professor de trompa e orquestra no Projeto Geração (2008 a 2016). Lecionou também na Universidade de Aveiro, de 2011 a 2012. Actualmente leciona na ANSO – Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa e na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto. É doutorando em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Nuno Vaz iniciou os estudos musicais aos 11 anos na Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense, tendo como professores Costa Vieira, José Manuel Guerra, Carlos Pedro Marques e Guilherme Vieira. Mais tarde frequentou a classe de trompa de João Carlos Alves na Academia de Música Valentim Moreira de Sá, em Guimarães. Em 2002, ingressou na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave, na classe de trompa de Hélder Vales, onde conclui o Curso Profissional de Instrumentista de Sopro. Em 2009, terminou a Licenciatura como Instrumentista de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, com a máxima classificação. Teve como professores Jean-Marc Burfin (orquestra); Nuno Inácio, Rui Pinheiro, Adélio Carneiro e Rui Rosa (música de câmara); e Abel Pereira (trompa).

Durante a sua formação participou em masterclasses em Portugal e no estrangeiro, com ilustres trompistas e ensembles de renome internacional, bem como em orquestras como a Orquestra Geração (como docente) e a Orquestra BISYOC.

Nuno Vaz
Nuno Vaz

Cândida Nunes

Cândida Nunes

Solista B

Cândida nasceu em Paredes (1994, Portugal). Começou a estudar fagote aos onze anos de idade na Escola Profissional Artística do Vale do Ave com o professor Pedro Silva e, mais tarde, com a professora Lurdes Carneiro. 

Licenciou-se na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Porto na classe do professor Pedro Silva. Em Zurique, frequentou a Zürcher Hochschule der Künste com o professor Giorgio Mandolesi, tendo concluído o Mestrado em Performance e o Mestrado de Especialização em Orquestra. 

Frequentou diversas masterclasses, onde desenvolveu as suas capacidades musicais e técnicas com alguns dos mais conceituados fagotistas e pedagogos incluindo Günter Pfitzenmaier, Marco Postinghel, Pierre Martens, Marc Trénel, Stefano Canuti, Carlo Colombo, Giorgio Mandolesi, Sergio Azzolini, entre outros. 

Teve oportunidade de tocar em diversas orquestras, tais como a Orchestre de Paris, Fondazione Teatro La Fenice di Venezia, Philharmonia Zürich, Orquestra della Svizzera Italiana, Orquestra XXI, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Fundação Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Residentie Orkest Den Haag, entre outras. 

Foi praticante na Berner Sinfonieorchester (2018/19) e ocupou o lugar de primeiro fagote solo no Mozarteumorchester Salzburg (2019/21). Esteve também como segundo fagote na Orquestra Clássica do Sul (2021/22). É membro fundador do Quartzo Ensemble. 

Atualmente, ocupa o lugar de Solista B na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. 

2023

Candida Nunes
Candida Nunes

Vasily Suprunov

Vasily Suprunov

Solista B

Biografia Indisponível

Vasily Suprunov
Vasily Suprunov

Robert Glassburner

Robert Glassburner

Solista A

Natural dos Estados Unidos, estudou na Universidade Estatal de Wichita com Michael Dicker e Dennis Michel, com Harold Goltzer da Filarmónica de Nova Iorque e com Arthur Weisberg na Yale School of Music.

Foi fagotista solista na Filarmónica de Connecticut, Orquestra Sinfónica de Maracaibo (Venezuela), Ópera do Teatro de Bellas Artes (Cidade do México) e Teatro de S. Carlos (Lisboa), e foi associado da Orquestra Sinfónica de Limburg (Maastricht), Ensemble Ad Libitum (Maastricht), Orquestra Sinfónica da Galiza e Orquestra Filarmónica da Rádio de Hilversum. Foi artista convidado no Orlando Festival (Holanda), em 1992.

Foi premiado na National Collegiate Solo Competition e no Concours International de l’UFAM (Paris). Fez a estreia de Du néant qui le croit para fagote e eletrónica ao vivo, de Miguel Azguime, nos Encontros de Música Contemporânea na Fundação Calouste Gulbenkian em 1995.

Foi convidado a dar masterclasses nos EUA, Portugal e Inglaterra. Desde 1995, é professor de fagote e música de câmara no Conservatório de Música do Porto e na Escola Profissional de Espinho.

Em 1993 ingressa na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, onde toca atualmente como fagotista principal assistente

2013

Robert Glassburner
Robert Glassburner

Gavin Hill

Gavin Hill

Chefe de Naipe

Gavin Hill nasceu em 1965, numa família de músicos profissionais de Macclesfield. Começou a estudar fagote após encontrar um guardado num armário, quando tinha 11 anos. Aperfeiçoou os estudos na Royal Scottish Academy of Music and Drama com Edgar Williams, particularmente com Charles Cracknell, e finalmente com Claus Boden na Staatliche Hochschule für Musik de Colónia. Teve o seu primeiro emprego na Orchestre Symphonique d’Europe em Paris, apresentando-se em concertos, óperas, ballets, filmes, televisão e gravações. Após a inevitável falência económica desta orquestra, foi freelancer um pouco por toda a Europa. Em 1994 estabeleceu-se no Porto, ocupando o lugar de fagotista principal na Orquestra Clássica do Porto, hoje a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

Gavin Hill tem-se apresentado regularmente ao público portuense integrado em projetos de música da câmara, interpretando vários compositores menos valorizados. Tem como grandes paixões a sua colecção de discos de vinil — com foco no jazz — e a literatura. O seu primeiro romance Quentin Goddard  A Faust Symphony estará brevemente disponível na Amazon. É co-apresentador do podcast Gas Giants, que analisa diferentes artefactos culturais e está disponível em plataformas como Substack, Spotify, Applepodcasts, Pocketcasts, etc. Toca num fagote Heckel (n.º 10189).

2022

Gavin Hill
Gavin Hill

João Moreira

João Moreira

Solista B

Natural de Penafiel, João Moreira teve o primeiro contacto com a música aos oito anos, na Associação Musical e Recreativa de Lagares. Foi aluno de Alberto Vieira, Luís de Carvalho, António Saiote e Nuno Pinto, concluindo em 2007 a Licenciatura em Clarinete na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo.

Foi laureado em diversos concursos nacionais e internacionais de clarinete. É membro da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e é convidado regularmente das orquestras Gulbenkian, Filarmonia das Beiras, Sinfónica da Póvoa de Varzim e Clássica de Espinho, e ainda da Orquestra de Câmara Portuguesa. Apresentou-se como solista com as orquestras Gulbenkian, Filarmonia das Beiras, Clássica do Sul, Sinfónica da Póvoa de Varzim e Banda Sinfónica Portuguesa.

É membro do Quarteto Vintage, com quem se apresentou em Portugal, Canadá, Bélgica, Suíça, Espanha e Itália, e com quem editou os álbuns Art Vintage e Clair de Lune. É membro do Serenade Ensemble e trabalhou como músico convidado nos ensembles OrchuestrUtópica, Camerata Nov’Arte, Ensemble Mediterrain e Toy Ensemble.

Concluiu em 2017 o Mestrado em Ensino da Música. Leciona Masterclasses e é professor na Academia de Música de Espinho.

2011

João Moreira
João Moreira

Carlos Alves

Carlos Alves

Solista A

Carlos Alves é Solista A na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e professor na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Foi artista e professor convidado da Universidade do Estado do Arizona (EUA) em 2009 e 2010. Concluiu o curso superior na ESMAE, na classe de António Saiote, e obteve o Prix de Perfectionnement à l’Unanimité du Jury no Conservatório Superior da Região de Versalhes, na classe de Philipe Cuper. Foi galardoado com o Prix Musique Classique pelo Institut du Monde Lusophone (Paris), em 2019. Foi premiado em concursos nacionais e internacionais, entre os quais o Prémio Jovens Músicos, Concurso Internacional de Roma e Concurso Internacional AOP na Roménia.

Em Guimarães 2012 — Capital Europeia da Cultura, no ciclo Master Pieces, foi o solista na estreia mundial do Concerto para clarinete e orquestra de Mário Laginha. Em 2013 foi júri da Direção Geral das Artes na área da Música. Em 2015, no Concerto de Gala do Congresso Mundial de Clarinete em Madrid, foi solista, juntamente com Philippe Cuper e a Banda Sinfónica de Madrid, na estreia da obra Lara de González Moreno. No ano seguinte, foi o solista português com a OSO na apresentação da candidatura de Craiova (Roménia) a Capital Europeia da Cultura. Em 2018 tocou a solo e gravou em CD o Concerto para clarinete e orquestra de Mário Laginha, com a Orquestra Gulbenkian de Lisboa.

Tocou a solo com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Gulbenkian de Lisboa, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica de Constanza na Roménia, Orquestra Sinfónica de Ontélia na Roménia, Orquestra J. Futura em Itália, Banda Sinfónica de Madrid, Banda da Guarda Nacional Republicana, Banda Sinfónica Portuguesa e Banda Sinfónica da Branca.

No seu CD Recital in the West (2010), gravado nos EUA com o pianista Caio Pagano, a imprensa norte-americana encontrou a melhor interpretação da Primeira Sonata de Brahms. Gravou o Concerto para clarinete e orquestra de Mozart (EMI Classics) e a obra Dos Ramos à Raiz, para clarinete e quarteto de cordas, de Luís Tinoco (Artway), que lhe foi dedicada e que estreou. No Teatro Nacional São João, musicou ao vivo Figurantes e D. Juan, de Ricardo Pais.

Foi diretor artístico do Festival Internacional de Música de Paços de Brandão, de 2009 a 2012. Em 2021 criou o Festival Internacional de Clarinete de Castelo Branco, do qual é o diretor artístico até hoje. Em 2023 foi homenageado com a Medalha de Mérito Cultural pela Câmara Municipal de Nisa.

Carlos Alves é artista Buffet Crampton e Vandoren, sendo um dos clarinetistas mais aclamados da atualidade no panorama internacional.

2025

Carlos Alves
Carlos Alves

Luís Silva

Luís Silva

Chefe de Naipe

Natural de Tomar, Luís Silva estudou no Conservatório de Lisboa com Marcos Romão e António Saiote. Foi o primeiro clarinetista português a obter o grau de bacharel em clarinete, na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2006, concluiu o doutoramento na Universidade de Sheffield, em Inglaterra.

Na sua atividade de clarinetista, integrou a Orquestra Portuguesa da Juventude como solista e foi selecionado para a Orchestre Mondial des Jeunesses Musicales. Foi primeiro clarinete na Orchestre des Jeunes de la Mediterranée, onde atuou sob a direção de Michel Tabachnik e Arturo Tamayo, em países como França, Itália, Jugoslávia, Grécia e Turquia.

Ganhou o 1.º prémio no Concurso da Juventude Musical Portuguesa (na classe superior de clarinete e na classe de música de câmara) e no I Concurso de Clarinete de Setúbal.

Colaborou com a Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de S. Carlos e foi solista nas orquestras Nova Filarmonia Portuguesa, Régie Sinfonia, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Clássica da Madeira e Sinfónica do Porto Casa da Música, com as quais se apresentou a solo e em formações de música de câmara.

Foi fundador do Ensemble Português de Clarinetes e membro dos Solistas do Porto. Foi professor nos Conservatórios Regionais de Música de Coimbra, Figueira da Foz, Castelo Branco, Évora e Viseu, na Escola Profissional de Música ARTAVE, na Escola Profissional de Música do Porto, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto e no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Atualmente é Chefe de Naipe na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

2022

Luís Silva
Luís Silva

Roberto Henriques

Roberto Henriques

Solista B

Roberto Henriques é natural de Paúl, Covilhã. Começou os estudos musicais em 1998, na classe de Luís Vieira na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Em 2004 ingressou na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, na classe de Ricardo Lopes, e em 2010 prosseguiu os estudos na Hochschule für Musik Hanns Heisler sob orientação de Ricardo Rodrigues. Participou em vários estágios de orquestras de jovens, destacando-se a Orquestra da União Europeia (2010 e 2011), com a qual tocou nas mais prestigiadas salas europeias.

Desenvolve uma intensa atividade como músico de orquestra, colaborando com agrupamentos como a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra das Beiras, a Orquestra do Norte, a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Clássica da Madeira, a Orquestra de Câmara do Minho, a Orquestra de Santa Maria da Feira e a Orquestra Filarmónica Portuguesa. Trabalhou sob a direção de maestros de renome como M. Sanderling, G. Noseda, V. Ashkenazy, P. Eötvös e C. Zacharias, entre outros.

Desde 2018 integra como Solista B a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. É professor na Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco) e na Escola Profissional de Música de Espinho.

2020

Roberto Henriques
Roberto Henriques

Eldevina Materula

Eldevina Materula

Solista B

Eldevina Materula, também conhecida por Kika Materula, iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos de idade na Escola Nacional de Música de Maputo (Moçambique).

Em 1995, já em Portugal dá continuidade aos seus estudos musicais e tem o seu primeiro contacto com o oboé. Terminou a sua licenciatura na ESML na classe do prof. Andrew Swinnerton (oboé), e prof. Olga Prats (Música de câmara). Na Malmö Academy of Music, terminou a sua Pós Graduação na classe do professor Bjorn Carl Nielsen.

Durante a sua formação frequentou vários cursos de aperfeiçoamento com os professores Thomas Indermüller, Ernest Rombout, H. Shellenberger, Alex Klein, Christian Wetzel, Francois Lelleux entre outros.

Realizou concertos de Norte a Sul de Portugal, bem como em Espanha, Alemanha, França, Dinamarca, Suécia, Angola, Moçambique, Brasil entre outros. Em 2001 venceu a XVI edição do Prémio Jovens Músicos na categoria de oboé.

Colaborou como convidada com a Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Gulbenkian, Malmö Symphonie Orchestra (Suécia), Malmö Opera Orchestra, Danish Radio Sinfonietta (Dinamarca), Orquestra Sinfónica da Bahia (Brasil), entre outras.

Tocou a solo com a orquestra Entre Opus, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Nacional do Tejo, Orquestra Gulbenkian (PJM 2001), Orquestra Sinfónica da Bahia, Orquestra de Câmara Portuguesa, Kwazulu Philarmonic Orchestra e com a Johanesburg Festival Orchestra.

Enquanto docente, trabalhou na Escola Profissional de Música de Évora, na Escola de Música de Palmela, e na Escola de Música do projeto Neojibá (Brasil). É professora convidada do Curso de Verão Musicaldas (Portugal), e do Projeto Social Neojibá (Brasil).

Atualmente, desempenha as funções de Solista na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

Kika Materula é Diretora Artística e autora do Projecto Xiquitsi/Temporada de Música Clássica de Maputo – Moçambique.

2014

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Tamás Bartók

Tamás Bartók

Solista A

Tamás Bartók nasceu em Ozd, Hungria. Obteve o Diploma de Concerto em 1996, na Academia Ferenc Liszt em Budapeste, na classe de Emilia Csánky. Foi membro da Orquestra da Ópera Estatal Húngara entre 1992 e 1994. Tocou depois na Budapest Concert Orchestra durante um ano, até 1995. Desde essa altura e até 2008, foi oboé principal da Orquestra da Rádio Húngara. É membro da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música desde 2007, como primeiro oboé (Solista A). Colaborou com a Orquestra do Festival de Budapeste, os Solistes Européens, Luxembourg (SEL) e a Orquestra Sinfónica Nacional RTÉ em Dublin. Em 2003 ganhou o Prémio NIVO da Rádio Nacional Húngara. Em 2016/17 tocou oboé principal na Orquestra Sinfónica da BBC em Londres e na Haydn Philharmonie em Eisenstadt. Tem-se apresentado nas principais salas de concerto do mundo (como solista e como primeiro oboé), entre as quais o Barbican Centre e o Royal Albert Hall em Londres, o Concertgebouw em Amesterdão, a Konzerthaus em Viena, o Suntory Hall em Tóquio, o Teatro Colón em Buenos Aires e o Carnegie Hall em Nova Iorque.
2020

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Aldo Salvetti

Aldo Salvetti

Chefe de Naipe

Aldo Salvetti vive no Porto desde 1996, data de início das suas funções de solista de oboé na orquestra desta cidade, acompanhando-a na sua evolução desde a formação “clássica” até à atual Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Paralelamente, é professor de oboé na Escola Profissional de Música de Espinho, desde 1997, e no Departamento de Música da Universidade do Minho, em Braga, desde 2015.

Na sua cidade natal de Veneza, começou aos 20 anos o estudo profissional do oboé, sob o impulso de Giorgio Trentin, antigo solista da Orquestra do Teatro La Fenice. Continuou-o em Milão com Giacomo Calderoni, solista de corne inglês no Teatro alla Scala e professor no Conservatório “Giuseppe Verdi”, tendo obtido o Diploma final com alta classificação. Aperfeiçoou-se em Basileia e em Zurique com os solistas internacionais Emmanuel Abbhuel e Thomas Indermuehle, e obteve em 1989 o Diploma de Concertista do Conservatório de Schaffhausen.

A sua carreira profissional começou em Roma na temporada de 1987 da Orquestra Nacional da Academia de Santa Cecília, onde tocou sob a batuta de maestros como Leonard Bernstein, Carlo Maria Giulini, Giuseppe Sinopoli, Gunther Herbig e George Pretre, entre outros. Em seguida desenvolveu colaborações estáveis como primeiro oboé na Symphonisches Orchester Zürich, na Orchestra Sinfonica Siciliana e na Vogtland Philharmonie. Interpretou os principais concertos para oboé e orquestra: Vivaldi, Bach, Mozart, Haydn, Richard Strauss, Vaughan Williams, etc.

Em Portugal continuou a desenvolver uma intensa atividade em música de câmara, além de colaborar com agrupamentos de música contemporânea, como a OrchestrUtopica e o Remix Ensemble.

2020

Aldo Salvetti
Aldo Salvetti