Maxence Mouriès
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Nascido em Hertfordshire, Inglaterra, Trevor McTait estudou violino no departamento júnior da Royal Academy of Music (RAM), Londres, até aos 18 anos, altura em que passou a dedicar-se à viola d’arco. Depois de obter um mestrado da Universidade de Cambridge, regressou à RAM com uma bolsa de estudo A.C. Daniell. Orientado por Martin Outram, do Maggini String Quartet, obteve o DipRAM com distinção e ganhou o prémio Moir Carnegie de Excelência no recital final. Durante este período estudou também com grandes violetistas como Rivka Golani, Paul Silverthorne, Jerzy Kozmala, Atar Arad e John White, e música de câmara com, entre outros, Sigmund Nissel (Amadeus Quartet), Sandor Devich (Bartók Quartet – Dartington International Summer School), Sir Colin Davis e com os quartetos Maggini, Endellion, Skampa, Brodsky e Alberni. Entre 1998 e 2000, foi solista A da Orquestra de Jovens da União Europeia, dirigida então por Vladimir Ashkenazy e Bernard Haitink.
De 1999 a 2008, trabalhou frequentemente como músico convidado na Orquestra Sinfónica da BBC, participando nos Proms, e enquanto violetista no Archinto String Quartet. Tocou também com a Filarmónica e a Sinfónica de Londres, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, MusikFabrik (Colónia), Chroma (ensemble de música de câmara contemporânea de Londres), National Symphony Orchestra (Londres) e New London Soloists (St. Martin-in-the-Fields). Subiu ao palco ao lado de maestros como Semyon Bychkov, Jukka-Pekka Saraste, Jiri Belohlavik, Sir Colin Davies e Leonard Slatkin, entre outros, em salas como o Royal Albert Hall, Carnegie Hall em Nova Iorque, Symphony Hall em Washington, Philharmonie de Berlim e Esplanade Theatre de Singapura. Participou em diversas edições fonográficas como intérprete: Ius Lucis de Valerio Sannicandro (MusikFabrik, Colonia 2010); Sinfonia n.o 7 de Mahler e Uma Sinfonia Alpina de Strauss (OJUE 1998/99); The Musical Landscape (Solistas da RAM, 1999) e em diversas gravações com o Remix Ensemble (incluindo o registo premiado de Philomela de James Dillon), a Orquestra Barroca Casa da Música e a Orquestra Sinfónica da BBC, Londres, com destaque para a gravação de A Noiva Vendida de Smetana.
É viola principal do Remix Ensemble e da Orquestra Barroca Casa da Música, e professor de música de câmara na Escola Profissional de Música de Espinho, onde também lidera grupos de cordas que acompanham músicos convidados como Mick Harvey, China Moses, Kevin Morby e Mark Eitzel. Trabalhou recentemente com o MusikFabrik (Colónia), Basel Sinfonietta e várias orquestras e grupos de música de câmara em Portugal. Foi chefe de naipe da Orquestra Clássica do Centro e da Orquestra da Costa Atlântica. Entre as parcerias com músicos portugueses, nota para César Mourão, S. Pedro, Miguel Araújo, Diogo Piçarra e Mão Morta. Em 2024 e 2025 colaborou com Hugo Vasco Reis no projeto Sonic Figures para viola solo e eletrónica, um projeto apoiado pelo Ministério da Cultura de Portugal, com apresentações em Lisboa, Porto e Guarda.
2025

Nuno Vaz foi Solista A e Chefe de Naipe da Orquestra Metropolitana de Lisboa, entre 2008 e 2016, e desde 2011 é membro do Remix Ensemble Casa da Música.
Como artista convidado, tem-se apresentado com a Sinfónica do Porto Casa da Música, a Sinfónica MusicAeterna de Perm (Rússia), a Filarmónica de Hamburgo, a Sinfonietta de Lisboa, a Orquestra Gulbenkian e a Orquestra Clássica do Sul, sob a batuta e ao lado de grandes nomes do panorama musical mundial, em países como Portugal, Espanha, Brasil, França, Inglaterra, República Checa, Suíça, Áustria, África do Sul, Bélgica, Cabo Verde, Luxemburgo, Holanda, China, Itália, Alemanha e Turquia.
Nuno Vaz gravou para a RTP, a RDP, a RV e a Antena 3 e com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Da Weasel, Rui Veloso, Tito Paris, Katia Guerreiro, Ala dos Namorados, The Gift, Let the Jamroll, a Orquestra Sinfonietta de Lisboa e a Banda Filarmónica Vizelense. Apresentou-se a solo com a Banda Filarmónica Vizelense, a Orquestra de Sopros da Sociedade Filarmónica Vizelense, a Orquestra do Algarve, a Metropolitana de Lisboa e a Orquestra Gulbenkian, interpretando obras de Mozart, Haydn, R. Strauss e Britten.
É membro fundador do quarteto de trompas ART4ORN, do Quinteto de Sopros Espelho Musical, do Quinteto de Sopros 1/4 de Tom e do Ensemble Português de Trompas.
Em 2007 concorreu ao Prémio Jovens Músicos, ganhando o 1.º prémio na categoria de Trompa – Nível Superior. Em 2017 foi convidado a integrar o júri do mesmo concurso. Em 2008, foi distinguido com um Voto de Louvor pela Câmara Municipal de Vizela. Continua ligado à Sociedade Filarmónica Vizelense como músico da Filarmónica dessa mesma instituição.
Foi professor de trompa e orquestra no Projeto Geração (2008 a 2016). Lecionou também na Universidade de Aveiro, de 2011 a 2012. Actualmente leciona na ANSO – Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa e na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto. É doutorando em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Nuno Vaz iniciou os estudos musicais aos 11 anos na Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense, tendo como professores Costa Vieira, José Manuel Guerra, Carlos Pedro Marques e Guilherme Vieira. Mais tarde frequentou a classe de trompa de João Carlos Alves na Academia de Música Valentim Moreira de Sá, em Guimarães. Em 2002, ingressou na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave, na classe de trompa de Hélder Vales, onde conclui o Curso Profissional de Instrumentista de Sopro. Em 2009, terminou a Licenciatura como Instrumentista de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, com a máxima classificação. Teve como professores Jean-Marc Burfin (orquestra); Nuno Inácio, Rui Pinheiro, Adélio Carneiro e Rui Rosa (música de câmara); e Abel Pereira (trompa).
Durante a sua formação participou em masterclasses em Portugal e no estrangeiro, com ilustres trompistas e ensembles de renome internacional, bem como em orquestras como a Orquestra Geração (como docente) e a Orquestra BISYOC.

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Nomeado para um Grammy em 2015 pela sua interpretação do papel titular do Ulisse de Monteverdi com o Boston Baroque, Fernando Guimarães foi vencedor do concurso L’Orfeo em Verona e premiado no conceituado concurso Cesti em Innsbruck, além de vencer o Prémio Jovens Músicos e o 2.º prémio no Concurso Luísa Todi.
Trabalhou com L’Arpeggiata (C. Pluhar), Les Talens Lyriques (C. Rousset), Concerto Köln, Pygmalion (R. Pichon), Les Muffatti (P. Van Heyghen), Al Ayre Español (E. López-Banzo), Orquesta Barroca de Sevilla (E. Onofri) e Cappella Mediterranea (L. García Alarcón), e conta com mais de uma trintena de gravações nas mais diversas etiquetas. Entre os seus êxitos contam-se o papel titular de La Descente d’Orphée aux Enfers de Charpentier com Les Arts Florissants (Opéra de Versailles); a sua estreia na Philharmonie de Berlim com a Freiburger Barockorchester e no Queen Elizabeth Hall de Londres com a Orchestra of the Age of Enlightenment; Teseo em Elena de Cavalli (Festival d’Aix-en-Provence); Fenton em Falstaff de Verdi (Lawrence Foster/Fundação Gulbenkian); o protagonista de L’Orfeo de Monteverdi na Opéra de Lausanne (Robert Carsen/Ottavio Dantone); uma digressão da Paixão segundo São Mateus de J. S. Bach com a Nederlandse Bachvereniging; Arsilda de Vivaldi com o Collegium 1704 e Vaclav Lúks; uma nova produção de L’Orfeo de Monteverdi, no Teatro Regio de Turim; e o seu regresso ao protagonista do Ulisse de Monteverdi em Sydney, com a Pinchgut Opera.
É diretor artístico do ensemble Il Filo d’Oro, dedicado à interpretação historicamente informada da música do seicento.
2025

Filipa Vinhas é, desde 2023, solista do Remix Ensemble Casa da Música. Iniciou os seus estudos na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, onde concluiu o curso de instrumentista na classe de Domingos Freitas. Durante a licenciatura, estudou na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), com Ricardo Lopes, e na Universität der Künst Berlin, na classe de Washington Barella. Em 2018 iniciou o mestrado em Interpretação Artística na ESMAE e, mais tarde, frequentou a Musikhochschule Lübeck ao abrigo do programa Erasmus, na classe de Diethelm Jonas, terminando o curso com a classificação máxima.
Devido ao seu grande interesse por música moderna e contemporânea, escolheu como tema de tese de mestrado o Concerto para oboé e pequena orquestra de B. A. Zimmermann, tendo feito uma primeira análise desta obra do ponto de vista performativo. Apresentou a sua primeira palestra sobre este tema em 2021.
Durante o seu percurso teve a oportunidade de trabalhar com os mais prestigiados oboístas, como Ralph van Daal, Christian Wetzel, Omar Zoboli, Diethelm Jonas, Nick Deutsh, Kai Fröembgen, Samuel Bastos, Viola Wilmsen e Stefan Schilli. Na vertente do oboé barroco, teve aulas com Barbara Ferrara e Pedro Castro.
2025

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Ricardo Torres iniciou os seus estudos de canto em 2003 com a cantora croata Suzana Marinkovic, ingressando no mesmo ano no Conservatório de Música do Porto, no Curso de Técnica Vocal e Repertório, sob orientação de Emanuel Henriques. Desde então tem participado em inúmeras formações corais, incluindo o Coro Valentim de Carvalho, o Coro Pedro do Porto (quando da sua formação) dirigido por Magna Ferreira e o Coro Capela Musical Cupertino de Miranda – os Cupertinos –, do qual é membro suplente desde 2015, com diversas atuações em Portugal e em digressão. Em contexto de ópera, integrou produções do Ciclo Portuense de Ópera e colaborou regularmente com a Orquestra do Norte, participando também como solista em apresentações desta e da Ópera na Academia e na Cidade (OAC).
É coralista principal do Coro Casa da Música desde a sua formação, em 2009, sob a direção do maestro Paul Hillier, e membro fundador do grupo vocal a cappella PopUp – Vozes Portáteis, dedicado à recriação de êxitos da música pop, bem como ao repertório de jazz, blues e outros estilos. Integra ainda o ensemble vocal Moços do Coro, com o qual tem participado em numerosas estreias mundiais e em programas centrados na criação contemporânea portuguesa. Paralelamente, desenvolve atividade profissional nas áreas da produção musical e da gestão de projetos.
2025

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