Miriam Macaia

Miriam Macaia

Violino

Miriam Macaia nasceu em Tomar, no seio de uma família africana com forte tradição musical. Começou a estudar música aos 5 anos, e após concluir os seus estudos em violino moderno no Conservatório de Música do Porto com Suzanna Lidegran, estudou Violino Barroco na classe de Amandine Beyer na Escola Superior de Música do Porto. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e teve o privilégio de trabalhar com músicos notáveis tais como Chiara Banchini, Amandine Beyer, Bojan Čičić, Christophe Coin, Harry Christophers, Huw Daniel, Enrico Onofri, Christina Pluhar, Rachel Podger, Christophe Rousset, Andreas Staier e Laurence Cummings.

Tem desenvolvido uma sólida carreira como instrumentista de Orquestra por toda a Europa tendo já gravado para a Pan Classics, Dynamic, Harmonia Mundi, bem como Rádios emissoras Europeias e canais televisivos.

Miriam tem colaborado com vários agrupamentos tais como Ensemble Barroco de Limoge, The Sixteen, Orquestra Barroca Divino Sospiro, Músicos do Tejo, Orquestra Barroca da União Europeia e Ludovice Ensemble. Desde 2008 que é membro da Orquestra Barroca da Casa da Música.

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César Nogueira

César Nogueira

Violino

César Nogueira é membro da Orquestra Barroca Casa da Música desde 2009. A estreita relação com esta orquestra, não só permitiu observar de perto o trabalho de grandes Solistas, como Alina Ibragimova, Enrico Onofri, Andreas Staier, Riccardo Minasi, Fabio Biondi, Dmitri Sinkovsky, Rachel Podger, como deu também a possibilidade de trabalhar com prestigiantes maestros, dos quais se destacam Laurence Cummings, Christophe Rousset, Rinaldo Alessandrini, Masaaki Suzuki, Andrew Parrott, Paul Hillier, Harry Christophers, Hervé Niquet, entre muitos outros. No seu percurso profissional teve a oportunidade de colaborar como músico convidado em diversas orquestras e grupos, dos quais se destacam Remix Ensemble, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Ludovice Ensemble, Concerto Campestre, Alma Mater, Orquestra Gulbenkian e Divino Sospiro, tendo trabalhado com Peter Rundel, Heinz Holliger, Pedro Neves, Miguel Jalôto, Evgeny Bushkov, Michael Zilm, Emilio Pomàrico, Massimo Mazzeo, entre muitos outros.

Em 2014 e no ano seguinte, foi selecionado para participar na Remix Summer Academy, curso vocacionado à música contemporânea.

No âmbito da música antiga, participou em Masterclasses com Enrico Onofri (San Leo), Ryo Terakado e Susanne Scholz (Urbino), e Enrico Gatti (Casa de Mateus). Em 2020 foi convidado a participar na Ensemble Academie, promovida pela Freiburg Barockorchester, tendo estudado com os professores Gottfried von der Goltz e Petra Müllejans.

Em 2019 foi selecionado a tocar a solo no projeto “La Primavera de La Risonanza”, podendo colaborar com Fabio Bonizzoni e John Holloway em Milão.

Gravou para a Naxos e Harmonia Mundi com os grupos Concerto Campestre e Orquestra Barroca Casa da Música.

César Nogueira é natural de Coimbra, estudou na Universidade de Aveiro, tendo terminado em 2010 a Licenciatura profissionalizada em Ensino de Música. Começou no mesmo ano o Mestrado em Música na Academia Nacional Superior de Orquestra. Estudou com Clara Ramos, Zóltan Santa e Aníbal Lima. Desde 2018 frequenta o Mestrado em Performance, vertente de música antiga, na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do Professor Benjamin Chénier.

Além da sua atividade como músico profissional, é professor de violino e música de câmara na Escola Profissional da Metropolitana.

César Nogueira
César Nogueira

Cecília Falcão Coutinho

Cecília Falcão Coutinho

Violino

Cecília Falcão, natural do Porto, é licenciada em Violino pela ESMAE – Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, onde estudou com Zófia Woicicka e Marta Eufrázio. Foi também aluna de Anna Kratochvilova e de Gerardo Ribeiro na Northwestern University em Chicago. Fez masterclasses de Violino Barroco e Música de Câmara tendo trabalhado com Richard Gwilt, Rainer Zipperling, Ketil Haugsand e Ana Mafalda Castro.

É violinista efetivo da Orquestra Barroca Casa da Música desde a sua fundação em 2006. Para além do trabalho regular com o maestro titular Laurence Cummings, apresentou-se sob a direção de Rinaldo Alessandrini, Harry Christophers, Antonio Florio, Paul Hillier, Paul McCreesh, Hervé Niquet, Andrew Parrott, , Christophe Rousset, e Masaaki Suzuki. Trabalhou com prestigiados solistas como Andreas Staier, Ilya Gringolts, Dmitri Sinkovsky, Rachel Podger, Amandine Beyer, Alina Ibragimova, Riccardo Minasi, Andreas Scholl e Fabio Biondi. Realizou concertos e tournés em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Áustria e China. Gravou para a editora Harmonia Mundi com a Orquestra Barroca Casa da Música e Andreas Staier,  programa que foi apresentado ao vivo na Konzerthaus de Viena.

Colaborou também, como músico convidado, com a Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Norte, Orquestra das Beiras, Camerata Senza Misura, Remix Ensemble e Remix Orquestra.

É, desde 2011, professora de Violino no Conservatório de Música do Porto.

Cecília Falcão Coutinho
Cecília Falcão Coutinho

Bárbara Barros

Bárbara Barros

Violino

Nascida em Portugal, Bárbara Barros tem-se afirmado como violinista de música de câmara, mas mostrado também versatilidade noutras áreas. Pedagoga, é um membro ativo da sua comunidade, levando música a instituições carenciadas. É membro da Orquestra Barroca da Casa da Música no Porto e dirige o seu próprio ensemble, Melopoetica.

Terminou os seus estudos com distinção e uma bolsa de estudo sob a supervisão de Diana Cummings e Richard Gwilt, e é detentora de vários prémios como a bolsa Gulbenkian, prémios de bolsa de estudo do Trinity College of Music, Concurso de Música de Câmara Leonard Smith & Felicity, nomeação para os Radio_Head Awards (Eslováquia, 2023 e 2015) e Prémio de Crítica Musical Apollo (Chéquia, 2011). Tocou na Orquestra Barroca da União Europeia, colaborou com vários grupos internacionais e teve a oportunidade de trabalhar com os maiores nomes da sua área, como Fabio Biondi, Rachael Podger, Masaaki Suzuki, Andreas Staier, Rinaldo Alessandrini, Enrico Onofri, Laurence Cummings, Lars Ulrik, Mortensen, Tom Koopman, Christophe Coin, Ashley Solomon, Riccardo Minasi e Alfredo Bernardini, entre muitos outros.

Foi vista com o seu violino em vários palcos internacionais, tais como: Festival Trigonale(Áustria); St. Martin in the Fields, St. John’s Smith Square, Genius of the Violin — InternationalFestival of Violin, Halifax Young Musicians Festival e Handel House (Reino Unido); Ciclo de Conciertos – Pamplona y Tudela (Espanha), Balkan Recital Tour 2006; e BBC Broadcast Live July 2005 (Reino Unido).

Bárbara Barros dedica-se a outros géneros de música — do rock ao indie, passando pelo folk e metal, sendo também escritora de canções. Slniečko, FanoSuite, Grabriel Kain, Dissonance, Dope Aviators e Bonus (Martin Hula) são nomes com quem já subiu ao palco.

Tem tido o privilégio de gravar para várias editoras com artistas de renome, desde o Barroco às bandas de música alternativa: Andreas Staier & Orquestra Barroca Casa da Música, À Portuguesa (Harmonia Mundi: 2018); Solamente Naturali, Musica Nitiensis e Musica Tyrnaviensis (UMA: 2023 e 2022), Musica Globus Live e Thesaurus of Jewish Music 16th-19th century (Pavian Records: 2019 e 2015); Charles Neidich e Clarimonia, Mozart 1791 (Radio Bremen: 2015); Iva Bittová, Vladimír GodárMater (ECM: 2006), Vladimír Godár: Querela Pacis (ECM: 2011); Slniečko, Beloit & BakotFalošne, Ale S Citom e Maste nás rádi (PavianRecords: 2013, 2015 e 2023); Gabriel Kain (Deadred Records: 2019); FanoSuite (2015: SonicCat Studio); Dissonance, The Intricacies of Nothingness (Czech Panorama Records: 2014); Dope aviators, Product (11 Fingers Records: 2007); Bonus (8), Náměstí (Deadred Records: 2011); eHarmony of Nations, Les Caractères de la Danse (Raumklang Records: 2008).

Além de tocar, Bárbara Barros dedica o seu tempo à pedagogia do violino e à realização de concertos terapêuticos na sua comunidade local, com projectos como #Bring Music to Us!,levando música a escolas com alunos com necessidades especiais, centros de doentes com Alzheimer e lares de idosos.

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Ariana Dantas

Ariana Dantas

Violino

Nascida em Viana do Castelo, em 1978, numa família de diversificados artistas e de pai músico, iniciou os seus estudos musicais e de violino na Academia de Música dessa cidade.

Em 1995 ingressou na ARTAVE, onde estudou violino com Anna Kratochvilova, (aluna de discípulo direto de O. Sevcik), Música de Câmara com Alberto Gaio Lima, piano com Marian Pivka e Natália Pikoul, tendo trabalhado em orquestra com maestros como Ernst Schelle, Marc Schuster, Emílio de César, Borges Coelho, entre outros.

Em 2004 termina, com mérito, a Licenciatura em Violino na ESMAE – Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, onde estudou violino com Radu Ungureano, Música de Câmara com Riszard Woycicky, Direção Coral com Bárbara Franckie e Orquestra com Yuri Nasuschkin, entre outros, participando em masterclasses de violino com Gerardo Ribeiro, Farouk Sigovich, Richard Gwilt, entre outros.

Em 1997 tornou-se aluna de direção de orquestra do maestro alemão Ernst Schelle. Aos 19 anos dirigiu o seu primeiro concerto sinfónico, em França, com a Orquestra Aidimos. Ao longo do seu percurso nesta área, realizou masterclasses com Christophe Millet, Marc Schuster, Alexander Polischuk, Dejan Savik, entre outros. Como maestrina, dirigiu a Orquestra Internacional AIDIMOS, a Orquestra Filarmónica de Sarajevo, a Orquestra do Algarve, a Orquestra Júnior EPMVC, entre outras, tendo realizado concertos em Portugal, França, Suíça e Bósnia Herzegovina, recebendo críticas elogiosas pelo seu trabalho artístico e interpretativo.

Como violinista profissional, trabalhou com a Orquestra Filarmónica de Sarajevo, Remix Ensemble, Remix Orquestra, Estúdio de Ópera da Casa da Música, Fam Ensemble, entre outros agrupamentos de música de câmara.

É membro fundador e efetivo da Orquestra Barroca da Casa da Música, trabalhando com Lawrence Cummings, Rinaldo Alessandrini, Alfredo Bernardini, Fábio Biondi, Richard Gwilt, Harry Christophers, Antonio Florio, Paul McCresh, Ricardo Minnasi, Andrew Parrot, Rachel Podger, Christophe Rousset, Andreas Staier, Masaaki Suzuki, Dmitri Sinkovsky, entre outros, tendo realizado concertos e tournées em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Áustria e China.

É, desde 2012, docente no Conservatório de Música do Porto.

A partir de 2015, iniciou o seu percurso académico em Relações Internacionais – Mestrado.

Em 2016 recebe o Prémio/ Diploma de Mérito pela Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho.

Em 2017 frequentou o 1.º Curso de Ingresso na Carreira Diplomática, na mesma Universidade, curso pioneiro em Portugal.

Em 2019, é convidada pela Presidência do Círculo de Cultura Musical do Porto e Juventude Musical Portuguesa do Porto a dinamizar e gerir as atividades artísticas e pedagógicas desta histórica associação.

No mesmo ano, Ariana Dantas cria a Opus3 – Ariana Dantas, Unipessoal, Lda, centrada no Porto, Empresa de Consultoria, Produção e Representação Artística.

Ariana Dantas
Ariana Dantas

Reyes Gallardo

Reyes Gallardo

Violino

Reyes Gallardo finalizou o curso superior de violino no Conservatório Superior de Música da Corunha, em 1995. No ano seguinte, com bolsas de estudo da Deputação da Corunha e da Fundação Pedro Barrié de la Maza, prosseguiu os estudos nos Países Baixos, finalizando a licenciatura em 2001, no Conservatório de Roterdão, com Misha Furman. Nesse mesmo ano, frequenta uma pós-graduação no Conservatório de Amesterdão com Kees Koelmans, com quem se iniciou em violino barroco. Entre 2008 e 2010, estudou viola de arco com Anabela Chaves.

É chefe de naipe da Orquestra Barroca Casa da Música, desde a sua criação, e membro fundador do Ensemble Darcos. Participa em diversas formações de música antiga tais como Les Musiciens du Prince, Ludovice Ensemble, Divino Sospiro ou Concerto Campestre, trabalhando assim com músicos como Enrico Onofri, Rinaldo Alessandrini e Fabio Biondi, entre outros. Em 2002, integrou a Orquestra do Algarve como chefe de naipe. Tocou com diversas orquestras sinfónicas, tais como a Sinfónica da Galiza, a Milano Clássica e a Filarmónica de Jovens de Roterdão.

Reyes Gallardo gravou para as editoras Odradek, Artway Records, Naxos, Harmonia Mundi, Numérica e Dynamic.

2021

Reyes Gallardo
Reyes Gallardo

Jonathan Ayerst

Jonathan Ayerst

Piano

Jonathan Ayerst é o pianista principal do Remix Ensemble Casa da Música desde 2000, com o qual tocou em importantes festivais como Wien Modern (Áustria), Wittener Tage für Neue Kammermusik, Donaueschinger Musiktage (Alemanha), Musica de Estrasburgo, IRCAM de Paris (França) e Huddersfield Contemporary Music Festival (Reino Unido). Trabalhou com os maestros Peter Rundel, Emilio Pomàrico, Reinbert de Leeuw, Heinz Holliger, Peter Eötvös e Jörg Widmann, apresentando obras a solo e concertantes, tais como o Concerto para piano e orquestra de Beat Furrer, Oiseaux Exotiques de Olivier Messiaen, Variações para piano op. 27 de Anton Webern e Concerto de Câmara de Anton Berg. Em 2021, foi convidado como solista para interpretar o Concerto para piano n.º 1 de Magnus Lindberg, acompanhado pela Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, dirigida pelo maestro Stefan Blunier — editado depois num CD da série Live Recordings da Casa da Música. 

Paralelamente, conquistou reputação internacional como organista e improvisador. Após ser nomeado Fellow of the Royal College of Organists (Reino Unido), iniciou um doutoramento na Universidade de Sheffield, que veio a concluir em 2021 com a apresentação da tese Learning to improvise as a Western Classical Musician: a Psychological Self-study. No âmbito da sua investigação, teve aulas de improvisação barroca com Jürgen Essl na Universidade de Música e Artes Plásticas de Estugarda. Como resultado, desde 2018 tem dado cada vez mais recitais que incluem improvisações em vários estilos clássicos, além de workshops em que apresenta técnicas de improvisação a músicos com formação clássica, através de uma mistura de psicologia, filosofia e análise musical.

Na temporada de 2020/21, filmou um ciclo de recitais de órgão na Casa da Música, cada um centrado numa improvisação em estilo diferente (destaque para uma fuga inacabada de Johann Sebastian Bach — a Fantasia e Fuga em Dó menor, BWV 562 — e uma improvisação baseada em Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen de Franz Liszt). Apresentou-se no Festival de Órgão de Santarém e na Temporada Música em São Roque, em Lisboa. Foi convidado para tocar no Museu Nikolaikirche (Igreja de São Nicolau) e na Luisenkirche de Berlim, onde improvisou sobre pinturas ali expostas.
Em 2024, Jonathan Ayerst foi nomeado professor de Interpretação de Partituras na Universidade das Artes de Zurique (Zürcher Hochschule der Künste). No ano anterior tinha sido escolhido para organista na Igreja Reformada de Witikon, em Zurique.

2025

Johnatan Ayerst
Johnatan Ayerst

Manuel Campos

Manuel Campos

Percussão

Manuel Campos (1971) é um dos principais percussionistas em Portugal, sendo, desde 1994, professor e coordenador da Área de Percussão da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto.

Iniciou a sua formação musical aos 11 anos de idade na Escola de Música da Sociedade Filarmónica Vestiariense Monsenhor José Cacella e na Escola Profissional de Música de Espinho. Pelos seus notáveis resultados artísticos e académicos, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar na Escola Superior de Música de Würzburg (Höchschule für Musik Würzburg, Alemanha), sob a orientação de Siegfried Fink e Mark Lutz. Completou depois os seus estudos no CODARTS (Conservatório de Roterdão, Países Baixos), sob a orientação de Robert van Sice e Miquel Bernat.

Atualmente, Manuel Campos divide o seu tempo entre o ensino e uma carreira intensa como instrumentista. Cofundador do reconhecido Drumming – Grupo de Percussão, é também percussionista solista do Remix Ensemble Casa da Música, do qual faz parte desde a sua criação em 2000. O Remix Ensemble tornou-se num dos grupos de referência da música contemporânea europeia e mundial, atuando regularmente nas maiores salas de concerto em Portugal e no estrangeiro. Com este ensemble atuou em Valência, Roterdão, Huddersfield, Barcelona, Estrasburgo, Paris, Orleães, Bourges, Reims, Antuérpia, Madrid, Budapeste, Norrköping, Berlim, Milão, Bruxelas, Amesterdão, Hamburgo, Colónia, Frankfurt e Viena.

Como percussionista freelancer, tem trabalhado em alguns projetos a solo, orquestrais e de câmara. Colaborou com muitas das mais prestigiadas instituições musicais portuguesas, incluindo a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Nacional do Porto, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e, em Espanha, com a JONDE (Orquestra Nacional de Jovens de Espanha).

Dirigiu e orientou masterclasses e cursos avançados para percussionistas e integrou júris de concursos de música como o 1.º Concurso Internacional de Música de Câmara na cidade de Alcobaça (2009), o júri do Prémio Nacional para Jovens Músicos (2010) e o Prémio Jovens Músicos (Juventude Musical Portuguesa) de Música de Câmara (2023).

2025

Manuel Campos
Manuel Campos

Mário Teixeira

Mário Teixeira

Percussão

Mário Teixeira nasceu em Angola, em 1970. É formado pela Escola Profissional de Música de Espinho com Carlos Voss, pela ESMAE com Miquel Bernat e pelo Conservatório Superior de Roterdão com Robert van Sice. Concluiu o Mestrado em Performance da Universidade de Aveiro, sob o tema A interpretação da música japonesa para Marimba, e o Doutoramento em Música subordinado ao tema O Tai Chi Chuan na Percussão.

Estreou numerosas obras para ensemble contemporâneo, para grupo de percussão, música de câmara e solo. Apresenta-se regularmente nas mais prestigiadas salas de concertos de Paris, Berlim, Viena, Estrasburgo e Antuérpia. Dedica-se essencialmente à música contemporânea, mas os seus interesses passam pela música clássica, tendo tido também variadas experiências no âmbito do jazz e do rock. Tocou com Henry Bock, Ivan Monighetti, Maria Schneider, Umo Jazz Orchestra, Maria João, John Zorn, Pedro Burmester, Fausto Neves, entre outros. Colaborou com as orquestras Régie Sinfonia, Orquestra do Norte, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Oficina Musical, Círculo Portuense de Ópera, Ictus Ensemble (Bélgica), Plural Ensemble (Espanha), Quarteto de Pianos de Madrid, Orquestra Gulbenkian, Coro Gulbenkian e Grupo Performa.

Lecionou na Universidade de Aveiro, na ESMAE, no Conservatório de Aveiro, no Conservatório de Braga e na Escola Profissional de Música de Espinho. Leciona percussão na ARTEAM — Escola Profissional de Música de Viana do Castelo.

É membro fundador do Remix Ensemble Casa da Música, do Grupo de Percussão Drumming, da Camerata Nov’arte e do Magnet Duo.

2022

Mário Teixeira
Mário Teixeira

Ricardo Pereira

Ricardo Pereira

Trombone

Ricardo Pereira nasceu em Braga e iniciou os estudos musicais com o seu pai, António Pereira. Tem desenvolvido uma carreira como trombonista e pedagogo, destacando-se ao nível nacional e internacional. Os seus estudos formais começaram no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, onde foi orientado por Zeferino Pinto. Formou-se em 2006 com a classificação máxima, conquistando o Prémio de Mérito Artístico. Continuou a sua formação na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto, sob a orientação de Severo Martinez, concluindo a licenciatura em Música em 2009, também com distinção máxima.

Prosseguiu a sua formação académica com um mestrado em Ensino de Música na Universidade do Minho (2011-2013) e, em 2020, obteve o Título de Especialista em Música pelo Instituto Politécnico de Lisboa. Atualmente, encontra-se a realizar o doutoramento em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes do Porto, aprofundando o conhecimento pedagógico e artístico.

Ao longo da carreira, Ricardo Pereira teve o privilégio de estudar com diversos mestres e solistas internacionais, como Jacques Mauger, Jon Etterbeek, Petur Eiriksson, Gyorgy Gyivicsan, Vincenzo Paratore, Stefan Schulz, Otmar Gaiswinkler, Andrea Conti, Charles Vernon, Mark Hampson, Andreas Klein, Achilles Liarmakopoulos, Jesper Busk Sørensen, Toby Oft, Bart Claessens e Massimo La Rosa, entre outros, enriquecendo a sua abordagem musical. Foi reconhecido com vários prémios, incluindo o 1.o prémio na 16.a Chieri International Competition (2016), no Prémio dos Jovens Músicos RDP-RTP (2013) e no 2.o Concurso Nacional Terras de La Salette (2009), e o 2.o prémio no IX Concurso Internacional de Composição Festival SBALZ (2022).

Desde 2014, é trombone solista no Remix Ensemble Casa da Música, tendo anteriormente desempenhado o mesmo papel na Orquestra do Norte. Colaborou ainda com orquestras de renome como a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica da Galiza e o Klangforum Wien. Também fez parte de ensembles internacionais e academias de orquestra – European Union Wind Orchestra, Orquesta Joven de la Sinfónica de Galicia, International Mahler Orchestra, The World Orchestra e Lucerne Festival Academy –, realizando concertos em toda a Europa.

Como solista, apresentou-se com prestigiadas formações, incluindo a Orquestra Gulbenkian, Chieri Sinfonietta Orchestra (Itália), Banda Sinfónica Portuguesa e a Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo.

No campo pedagógico, leciona trombone na Escola Superior de Música de Lisboa, contribuindo para a orientação e formação de novos músicos. É regularmente convidado para ministrar workshops, masterclasses, conferências, e participar como júri em competições de prestígio.

Além da sua carreira performativa, Ricardo Pereira é também compositor. Em 2020, lançou o álbum de estreia IMPROBABILE, em colaboração com a harpista Erica Versace. É apoiado pela marca de trombones Greenhoe.

2025

Ricardo Pereira
Ricardo Pereira

Ales Klancar

Ales Klancar

Trompete

Aleš Klančar nasceu em 1981 e começou a tocar trompete aos 11 anos, na escola de música da sua cidade – Postojna, na Eslovénia. Tem-se apresentado frequentemente como solista e, desde muito cedo, em grupos de câmara. Estudou na Escola Secundária de Música de Ljubljana e concluiu o mestrado na Academia de Música de Malmö (Suécia), na classe do renomado solista e professor Håkan Hardenberger, em 2005.

Tem tocado regularmente com orquestras como a Sinfónica de Gotemburgo, a Filarmónica Real de Estocolmo, a Sinfónica de Malmö, a Ópera Real Dinamarquesa, a Filarmónica de Copenhaga, a Orquestra Sinfónica de Aalborg, a Filarmónica Eslovena, a Orquestra Sinfónica de Turku e a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Colabora com ensembles de música contemporânea em toda a Europa: Insomnio, Musikfabrik, Klangforum, Ensemble Contrechamps e Proton, entre outros. Sobe ao palco também como solista junto da Orquestra Sinfónica de Malmö, da Orquestra da Rádio WDR de Colónia, do Remix Ensemble e da Filarmónica Eslovena.

Ultimamente, Aleš Klančar tem dedicado a sua atenção ao ensino em seminários e à participação em júris de prémios de música. É um artista Yamaha e membro do Remix Ensemble Casa da Música desde 2014.

2022

Ales Klancar
Ales Klancar

Roberto Erculiani

Roberto Erculiani

Fagote

Roberto Erculiani nasceu em Verona, Itália. Estudou no Conservatório Lucio Campiani de Mantova com Fausto Pedretti, conquistando o diploma final em 1990. Posteriormente estudou com Rino Vernizzi na Scuola di Alto Perfezionamento Musicale em Saluzzo (Turim), e no Corso per Professori di Orchestra em Bolonha. Frequentou masterclasses com Sergio Azzolini.

Entre 1990 e 1996 foi primeiro fagote na Orquestra Sinfónica de Savona e na Orquestra Filarmónica de Parma. Em Itália tocou com: Orquestra de Câmara de Mantova, Orquestra Cittá di Verona, Orquestra Rossini de Pesaro, Orquestra Filarmónica Italiana, Orquestra Sinfónica de Udine.

Vive e atua em Portugal desde 1996, onde após concurso público foi nomeado primeiro fagote na Orquestra do Norte (1996) e na Filarmonia das Beiras (1997), e fagote solista no Remix Ensemble Casa da Música (2000). Em Portugal colaborou com a Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Algarve, Orquestra da Câmara Portuguesa, Orquestra Gulbenkian e OrchestrUtopica.

Atualmente leciona na Escola Profissional Metropolitana de Lisboa e na Universidade do Minho.

Roberto Erculiani
Roberto Erculiani