Nuno Mendes

Nuno Mendes

Baixo

Natural de Ansião, o barítono Nuno Mendes iniciou os estudos de canto no Conservatório de Música de Coimbra, em 2002, sob a orientação de Isabel Melo e Silva. Em 2006, concluiu a Licenciatura de Professores de Educação Musical do Ensino Básico, na Escola Superior de Educação de Coimbra. Em 2013, concluiu a Licenciatura em Canto na Universidade de Aveiro, na classe de Joaquina Ly. Frequentou diversas masterclasses e aulas de aperfeiçoamento de técnica vocal com Carla Pais, Pierre Mak e Susan Waters. Actualmente, é aluno do Minho International Vocal Studio(MIVS), onde trabalha com Dora Rodrigues e Elizabete Matos.

Como solista, interpretou alguns papéis de oratória e ópera: Requiem de Fauré, Missa Brevis em Fá maior e Missa em Ré menor de Mozart, Stabat Mater de Luís Cardoso, Dixit Dominus de Händel, Gianni Schicchi de Puccini, Requiem de Cimarrosa, Passio de Arvo Pärt, Requiem de Mozart, Oratória de Natal de J. S. Bach, Miserere Mei Deus de José dos Santos Maurício, Let’s make an Opera! – The Little Sweep de Benjamin Britten, Livietta e Tracollo de Pergolesi, Pimpinone de Telemann, HMS Pinafore de Arthur Sullivan e Bastien e Bastienne de Mozart.

Como coralista integrou os seguintes agrupamentos: Choral Aeminium (2004); Grupo Vocal Ad Libitum (2005-2010); Ensemble Vocal ADARTE (2007-2010); Capela Gregoriana Psalterium (2009-2010) e Capela Duriensis (2010). Participou com o Vocal Ensemble nos Dias da Música no CCB (2010), cantou com o Tenso Europe Chamber Choir na Letónia (2013) e colaborou com o Coro Anonymus (2017). Recentemente, cantou com o Ars Nova Copenhagen (2019) e Moços do Coro (2019).

Canta no Coro Casa da Música desde 2013. É membro efectivo do grupo Cupertinos, desde 2018, com o qual participou na gravação de 2 CD para a editora Hyperion.

2020

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Pedro Guedes Marques

Pedro Guedes Marques

Baixo

Biografia Indisponível

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Francisco Reis

Francisco Reis

Baixo

Natural do Porto, Francisco Reis principiou os seus estudos musicais no Conservatório desta mesma cidade, onde obteve a classificação máxima no curso complementar de piano, na classe de Maria José Souza Guedes. Ingressou na Licenciatura em Piano da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), que concluiu com 19 valores, sob a orientação de Pedro Burmester e Madalena Soveral, e foi nesta mesma instituição que, posteriormente, realizou o Mestrado em Ensino de Música e que, paralelamente, se iniciou no canto, estudando com António Salgado. Tendo terminado a Licenciatura em Canto da ESMAE em 2019, com a classificação de 19 valores, prossegue presentemente o seu aperfeiçoamento vocal com Rudolf Piernay na Guildhall School of Music and Drama (GSMD), em Londres, onde frequenta o Master of Music, com os apoios da Fundação GDA (Bolsa de Qualificação e Especialização Artística, 2020) e da própria GSMD (Guildhall Financial Award, 2020).

Desde Novembro de 2017, tem vindo a integrar o Coro Casa da Música, onde se tem dedicado a um repertório coral vasto, trabalhando regularmente com maestros de renome como Paul Hillier, Stefan Blunier, Leopold Hager, Sofi Jeannin e Peter Rundel. Como solista, tem participado em vários projetos e produções, entre as quais salienta a ópera La Donna di Genio Volubile, do compositor português Marcos Portugal, apresentada no Teatro Nacional de São João, em 2018, e a Ópera Real, criação de autores portugueses contemporâneos, encenada em 2019 no Teatro Helena Sá e Costa. No contexto de masterclass, frequentou cursos com Marcin Habela, Emma Kirkby, Pierre Mak, Patricia MacMahon, Ulrike Sonntag e Susan Waters, entre outros.

Como pianista, foi laureado em inúmeros concursos em Portugal e em Espanha e contactou com diversas personalidades que nele tiveram uma influência preponderante, incluindo Luiz de Moura Castro, Miguel Borges Coelho, Helena de Sá e Costa, Sequeira Costa, Karl-Heinz Kämmerling, Zoltán Kocsis, Elisabeth Leonskaja e Eldar Nebolsin. Em 2019, foi-lhe atribuído o Prémio para o Melhor Acompanhamento no Concurso Helena Sá e Costa e, na companhia de Pedro Lopes, apresentou um recital a dois pianos na Sala 2 da Casa da Música, inserido no festival Reencontros 21.

2020

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Luís Rendas Pereira

Luís Rendas Pereira

Baixo

Luís Rendas Pereira tem-se apresentado regularmente em ópera, oratória e canção em importantes salas e festivais, com diversas formações. Destacam-se as personagens protagonistas em As Bodas de FígaroCosì fan tutte de W. A. Mozart, Dido e Aeneas de H. Purcell, The Old Maid and the Thief The Telephone de Menotti; La Serva Padrona de Pergolesi, Il campanello e Rita de Donizetti, entre outras.

Interpretou um vasto repertório de oratória e concerto, nomeadamente o Te Deum de Charpentier; a Oratória de NatalMagnificat e Missa em Si menor e diversas cantatas de J. S. Bach; a Oratória de Natal de Saint-Saëns, a Missa Cellensis e A Criação de Haydn (como Adão); Requiem de Mozart, Fauré, Duruflé e Delius; e também a 9.ª Sinfonia de Beethoven. Gravou com o Ensemble Bonne Corde um álbum com música de A. Puzzi. Em 2026 será lançado um disco em que interpreta canções de J. Braga Santos.

Apresentou-se com formações como as Orquestras Filarmonia das Beiras, Clássica da Madeira, Barroca Casa da Música, Clássica de Espinho, do Norte, Clássica do Centro e o Remix Ensemble. Foi dirigido por P. Hillier, L. Cummings, H. Niquet, Cesário Costa, B. Brönnimann, A. Vassalo Lourenço, Brian MacKay, entre outros.

Aperfeiçoa-se atualmente com Abbie Furmansky, destacando no seu percurso os professores Susan Waters e Pierre Mak. Tem participado em inúmeras masterclasses de canto orientadas por Peter A. Wilson, Håkan Hagegård, Stephen Robertson, Lina-Maria Akerlund, Ulrika Sonntag, e de interpretação com João Paulo Santos, Enza Ferrari e Miquel Ortega Pujol.

Luís Rendas Pereira foi vencedor do 1.º prémio (ex-aequo) no Concurso Internacional de Santa Cecília em 2013 e do 3.º prémio no XV Concurso Internacional Cidade do Fundão em 2014 e 2016. Foi finalista do 11.º e do 12.º Concurso de Canto da Fundação Rotária, obtendo o prémio de melhor interpretação de canção estrangeira (2021) e o Prémio Círculo Richard Wagner (2023). Conquistou o 2.º prémio no Concurso José Augusto Alegria (Évora) em 2021.

2025

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Vítor Sousa

Vítor Sousa

Tenor

Nascido no Porto em 1981, licenciou-se em Canto na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, na classe do Prof. Rui Taveira.

Atualmente é elemento do Coro Casa da Música, sob a direção de Paul Hillier e do agrupamento vocal Capella Duriensis, onde, para além de cantor, é também maestro assistente de Jonathan Ayerst.

Tem tido a oportunidade de se apresentar em alguns dos mais importantes Festivais de Musica nacionais e internacionais sob a direção de maestros como: António Saiote, Barbara Franck, Borges Coelho, Emidio de César, Filipe Veríssimo, Jonathan Ayerst, Jorge Salgueiro, Laurence Cummings, Paul Hillier, Peter Rundel, Roberto Perez, Simon Carrington, entre muitos outros.

Dos vários papeis já interpretados, destacam-se os personagens principais nas óperas: “Rita” G. Donizetti; “Leçon de Chant” e “Un Mari à la Porte” J. Offenbach; “Paris a Nous Deux” J. Françaix; “Bodas de Fígaro” W. A. Mozart; “O Pequeno Limpa Chaminés” B. Britten; “O Auto de Coimbra” Manuel Faria; “Hansel und Gretel” E. Humperdinck; “Cinderela” G. Rossini, “O Hipopótamo” Jorge Salgueiro e no último ano a estreia da ópera “O Circo do mágico Eli” também de Jorge Salgueiro.

2017

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Luís Toscano

Luís Toscano

Tenor

Luís Toscano iniciou a atividade musical no Coro dos Pequenos Cantores de Coimbra. Licenciado em Economia (Universidade de Coimbra) e Mestre em Música (Universidade de Aveiro), é aluno de Doutoramento em Estudos Artísticos | Estudos Musicais (Universidade de Coimbra) e Colaborador do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da mesma instituição.

Integra o Coro Casa da Música desde a sua constituição. É diretor da Cappella Musical Cupertino de Miranda, co-fundador do grupo La Farsa e membro do Grupo de Fado Aeminium, da Capela Gregoriana Psalterium e do grupo Ars Nova Copenhagen. Colabora regularmente com diversos agrupamentos vocais e instrumentais, incluindo Theatre of Voices, The Brabant Ensemble, Contrapunctus, Musica Ficta, Vocal Ensemble, The Danish String Quartet, Ludovice Ensemble e Los Afectos Diversos.

Outubro 2017

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André Lacerda

André Lacerda

Tenor

André Lacerda é licenciado em canto pela Universidade de Aveiro, na classe de Isabel Alcobia, e mestre em interpretação artística e ensino da música pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), na classe de António Salgado.Como solista, interpretou: Paixão segundo S. João e Paixão segundo S. Mateus, Missa em Si menor e Magnificat de J. S. Bach; Vespro della beata vergine de Monteverdi; Die Sieben letzten worte de Haydn; Requiem, Così fan tutte (Ferrando) e Le Nozze di Figaro (D. Basílio) de Mozart; Messias e Dixit Dominus de Händel; Stabat Mater, Requiem e Maddalena ai Piedi di Cristo (Cristo) de Caldara; Lobgesang de Mendelssohn; Serenade op. 31e Little Sweep (Clem e Alfred) de Britten; Perseo de Carvalho; Orphée aux Enfer de Offenbach; O Rapaz de Bronze (Begónia) de Côrte-Real; As Guerras do Alecrim e Manjerona (D. Fuas) de A. José da Silva; Le Bourgeois Gentilhomme e Idylle sur la Paix de Lully; Les Arts Florissants de Charpentier; L’elisir d’amore (Nemorino)de Donizetti; Il palazzo incantato (Alceste) de Rossi.Colaborou com o Remix Ensemble, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra do Norte e a Orquestra de Guimarães, e com os mais importantes ensembles de música antiga em Portugal — como Ludovice Ensemble, Divino Sospiro, Orquestra Barroca Casa da Música, Os Músicos do Tejo e Bando do Surunyo. Faz parte da formação base do Coro Casa da Música desde 2015. 
2020/21

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Almeno Gonçalves

Almeno Gonçalves

Tenor

Almeno Gonçalves nasceu em 1993, em Braga. Ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian em 2006, onde concluiu o Curso Secundário de Composição. Nesse mesmo ano, ingressou na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE) do Porto, frequentando o Curso Superior de Canto e a Pós-Graduação em Ópera e Estudos Músico-Teatrais.

A partir de 2009, trabalhou com a Capella Duriensis, com a qual já gravou um CD publicado pela Naxos. Desde esse ano, iniciou a colaboração com o Coro Casa da Música, integrando a partir de 2013 a sua formação base. Aí tem trabalhado com maestros como Paul Hillier, Laurence Cummings e Kaspars Putniņš, entre muitos outros. Desde 2015, faz parte do ensemble Cupertinos, com o qual gravou dois CD publicados pela Hyperion (um deles premiado com o Gramophone Award para melhor álbum de música antiga), e do Absolute Vocem Ensemble, dirigido por Carlos Meireles.

Em 2017 foi admitido no Collegium Vocale de Gent, dirigido por Philippe Herreweghe, atuando regularmente tanto em obras sinfónicas como também em formações de câmara, tendo sido dirigido por Benjamim Bayl e Christoph Prégardien. Desde 2018, é membro do ensemble Moços do Coro, sob a direção de Nuno Almeida. Colabora também com o OrpheusVokalensemble (Alemanha), tendo gravado um CD publicado nas edições Carus. Recentemente, foi admitido no Conservatório de Lyon, frequentando o Mestrado em Canto na vertente de Música Antiga.

2021

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Maria João Gomes

Maria João Gomes

Contralto

Natural do Porto, Maria João Gomes iniciou os estudos musicais com Mário Azevedo, na Escola de Música Caius. Concluiu o Curso Superior de Canto Teatral, no Conservatório Superior de Música de Gaia na classe de Fernanda Correia com elevadas classificações pelo que lhe foi atribuída uma Bolsa de Mérito por parte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Estudou Piano na classe de Licínia Guimarães. Com o Tenor Manuel Soares trabalhou o seu aperfeiçoamento vocal.  Frequentou cursos de alto aperfeiçoamento com professores de renome como Yuri Serov, Luis Magalhães, Jennifer Larmore, Enza Ferrari e Viorica Cortez. No ano de 2013 foi selecionada para as Masterclasses Internacionais de Montserrat Caballé em Zaragoza, tendo recebido os melhores elogios.

No 8º Festival Lírico Pézenas Enchantée, em França, frequenta a masterclass com a soprano Chantal Bastide e com o barítono Alain Fondary. Desde então desloca-se regularmente a França para trabalhar com Chantal Bastide e Michèle Voisinet, pianista e chef de chant durante mais de 25 anos na Ópera da Bastilha, em Paris.

Foi Zweiter Knabe na Flauta Mágica, sob encenação de Carlos Otero, Ahmal em Ahmal e os Viajantes da Noite de Menotti, Miss Baggott em The Little Sweep de Britten, Nicklausse, la Muse e la Voix de la Mére nos Contos de Hoffman de Offenbach, sob encenação de Jean Pierre Torrent. Em Galas de Ópera interpretou árias e duetos de Carmen de Bizet, Werther de Massenet, Mignon de A. Thomas, Sansom et Dalila de Saint-Saens ou Semiramide de Rossini, juntamente com Vocissimo, Choeur Lyrique de Camargue.

Cantou sob a direção de maestros como Lawrence Golan, Jose Miramontes Zapata, António Sérgio Ferreira, Mário Mateus, Lawrence Swinnerton, James Wood, Jesus Medina, Paul Hillier, Phillip Pickett, Christoph König, Peter Rundel, Gregory Rose entre outros, apresentando-se com regularidade em Portugal, Espanha e França.

Apresenta-se em duo com a pianista Teresa Raminhos, com recitais dedicados à Mélodie Française. Juntamente com a Mezzo-soprano Filomena Santos, é membro fundador do projeto Mezzo EnCanto, um conjunto de recitais inteiramente dedicados à voz de Mezzo-soprano.

É licenciada em Arquitectura pela Escola Superior Artística do Porto.

2022

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Joana Guimarães

Joana Guimarães

Contralto

Natural de Avanca, iniciou os seus estudos musicais na Academia de Música de Santa Maria da Feira prosseguindo, mais tarde, a sua formação musical na Escola de Música de Avanca. Concluiu o curso básico de Piano, na classe da Prof. Fátima Travanca e o curso complementar de Canto, na classe do Prof. Rui Taveira, no Conservatório de Música do Porto; a Licenciatura em Canto, na classe do Prof. José Oliveira Lopes na Escola Superior de Música do Porto e frequentou o Master em Musicoterapia, na Universidade Lusíada de Lisboa (com estágio no Serviço de Pediatria do Hospital de S. João).

Faz parte do corpo docente da Escola de Música Santa Cecília (desde 2003) e da respetiva coordenação pedagógica, assim como do Projeto No Sorriso da Lua, do qual é uma das fundadoras.

Colaborou em projetos com a Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Norte, Orquestra Sine Nomine, Círculo Portuense de Ópera, Portogalante Ensemble, Coro Anima Mea, Grupo de Câmara de Esposende, Associação Contos Com Voz, Camerata Ad Eternum, Capella Duriensis, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Barroca Casa da Música, Remix Ensemble, Coro Casa da Música, entre outros, sob a direção de vários maestros.

É membro do Coro Casa da Música e do Ensemble Vocal Capella Duriensis.

2022

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Joana Valente

Joana Valente

Contralto

Joana Valente interpreta repertório de vários estilos e épocas, como solista e em música de câmara. Apresentou-se como solista na 36.ª Temporada de Música em São Roque, com o concerto “O Chiaroscuro de Vivaldi e Bach”, pela Orquestra Sem Fronteiras dirigida por Martim Sousa Tavares. Na temporada 2023/2024 da Real Filharmonía de Galicia, estreou em Espanha a parte de alto na obra La Passion de Simone de Kaija Saariaho, apresentada na sua versão adaptada para quarteto de solistas, sob a direção da maestra Joana Carneiro. Colaborou com o Pulsat Percussion Group na apresentação de Goldbeater’s Skin de C. Cerrone (Casa da Música e Festival Cem Portas); Drumming GP em obras de Steve Reich (Teatro Real de Madrid, Teatro do Campo Alegre e Festival Internacional de Música de Espinho); e Clepsidra na estreia mundial das obras ReCanto de José Luís Borges Coelho, Voces Hominum de Gerson de Sousa Batista e À Toa de Pedro Dossem (Festival de Música da Póvoa do Varzim). 

É cantora residente do Coro Casa da Música desde a sua fundação, em 2009. Como solista, tem colaborado com o Remix Ensemble, a Orquestra Barroca Casa da Música e a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música – com a qual se apresentou recentemente como Terceira Criada na ópera Elektra de R. Strauss (versão concerto). Também representou Enfant em L’Enfant et les sortilèges de Ravel; Feiticeira em Dido and Aeneas de Purcell; Bastien em Bastien und Bastienne, Terceira Dama em A Flauta Mágica e Marcelina em As Bodas de Fígaro de Mozart; António em Irene de Alfredo Keil; e Jenny em A Ópera dos Três Vinténs de Kurt Weill.

2025

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Ana Calheiros

Ana Calheiros

Contralto

Ana Calheiros iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga.

Concluiu a Licenciatura em Canto na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto, na classe do Professor José de Oliveira Lopes.

Em 2009 foi selecionada para membro residente do Coro Casa da Música do Porto com o qual se apresenta regularmente na Casa da Música tendo também participado no “Festival Musica Antigua Baeza Y Úbeda” e no “Huddersfield Contemporary Music Festival”. Com o mesmo agrupamento já teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos mais prestigiados maestros entre os quais Paul Hillier, Simon Carrington, Andrew Bisantz, James Wood e Laurence Cummings.

Já cantou a solo com a “Orquestra do Norte”, “Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música”, “Orquestra Barroca Casa da Música”, “Orquestra Clássica do Centro”, “Orquestra Filarmonia das Beiras”, “Orquestra Sine Nomine”, “Orquestra ARTAVE”, entre outras.

Foi solista em “Stabat Mater” de Rossini; “Messias” de Haendel; “Requiem” de Mozart; “Requiem à memória de Camões” de Domingos Bomtempo; “Stabat Mater” de Pergolesi; “Missa Choralis” de Liszt; “Missa Tempore Belli” de Haydn; “Widerstehe doch der Sünde”, 2ª parte da “Oratória de Natal” e “Magnificat” de J.S.Bach. No âmbito da comemoração dos 250 anos do nascimento de Mozart interpretou a integral das suas missas.

No âmbito da ópera enumeram-se as personagens Berta na ópera “O Barbeiro de Sevilha”, Dido em “Dido e Eneias” e Marcellina na ópera “As Bodas de Fígaro”. Eleonora Paterniti, Antonella Rondinone, Carlos Avilez, António Durães e Giulio Ciabatti são alguns dos encenadores com quem contactou.

2013

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