João Carlos Pinto
João Carlos Pinto nasceu em Braga. Estudou piano e composição no Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga, licenciou- -se em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa e frequentou o mestrado em Composição Multimédia na Hochschule für Musik und Theater Hamburg, tendo como mentor Alexander Schubert.

O seu trabalho tem sido apresentado em países como Coreia do Sul, Estados Unidos da América, Colômbia, México, Argentina, Alemanha, França, Holanda, Áustria, Suíça, Itália, Bélgica, Noruega, Islândia, Dinamarca, Espanha e, regularmente, por todo o território português. Tem recebido encomendas de entidades como UNESCO, Braga Media Arts, ZKM Karlsruhe, Gaudeamus, Schallfeld Ensemble, ensemble neoN, RTP, Antena 2, Casa da Música, Centro Cultural de Belém, Orquestra Gulbenkian, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra das Beiras, Arte no Tempo e Câmara Municipal de Aveiro. Enquanto performer, dedica-se tanto à interpretação de obras de teatro experimental (com Tobias Pfeil e Diego Muhr) como a tocar instrumentos eletrónicos que o próprio constrói e modifica, em projetos como CACO. MEAL, Omniae Large Ensemble, Peter Evans’ Som Crescente e xD.
O trabalho de João Carlos Pinto tem sido reconhecido por concursos e outras iniciativas, destacando-se o lugar de finalista do Prémio de Composição Luciano Berio da Accademia Nazionale di Santa Cecilia, a colocação na shortlist do Lumen Prize e a seleção para o ENOA workshop com Luca Francesconi e a Orquestra Gulbenkian, em 2023; a conquista das bolsas Johannes Brahms Stiftung e Hochschule für Musik und Theater Hamburg, em 2022; a vitória nos concursos “City to City” da UNESCO (ZKM — Karlsruhe, Braga Media Arts) e “tubo de ensaio 02” (Arte no Tempo, ensemble neoN, ensemble ars ad hoc), em 2020; a vitória nos “Laboratórios de Verão” da gnration, uma menção honrosa no MA/IN Festival e a seleção para o Festival ManiFeste (IRCAM | Centre Pompidou) e a Bijloke Summer Academy (residência de criação de ópera da ENOA@ LOD Muziektheater), em 2019; o 2.º prémio no VI Concurso de Composição da Banda Sinfónica Portuguesa, em 2018; o 1.º prémio no NanoMúsicos Eletroacústicos do Festival DME e a escolha enquanto “melhor peça do género War Movie” no Film Music Competition da Associazione Ravel (2016).