Espaços
  • Sala Suggia

    Considerada o coração da Casa da Música, a Sala Suggia – assim baptizada em homenagem à violoncelista portuense Guilhermina Suggia, expoente mundial do instrumento na primeira metade do século XX - serve de âncora a todo o edifício, permitindo que os principais percursos se desenhem à sua volta. 

  • Sala 2

    É a segunda maior sala de concertos da Casa da Musica. Projectada para uma polivalência geral, está apta a receber qualquer espécie de evento. A sua fenomenal acústica baseia-se na placagem de revestimento das paredes e tectos, em contraplacado perfurado, não pintado convencionalmente a spray ou pincel mas mergulhado em tinta vermelha, o que lhe confere uma tonalidade muito natural com ligeiros matizes.

  • Cibermúsica

    Espaço originalmente pensado para o Serviço Educativo, mais em concreto para a Digitópia e todos os seus dispositivos tecnológicos, a Cibermúsica foi entretanto adaptada a novas e ambivalentes funções. 

  • Sala Renascença

    A Sala Renascença é, antes de mais, um ponto de passagem que estabelece a ligação entre dois espaços fundamentais na Casa: a Cibermúsica e o Foyer Poente. Foi pensada e construída para ser mais um bar da Casa da Musica, o qual surgiria sempre que o número e a circulação de público, nomeadamente em eventos com concertos simultâneos, o exigisse. Problemas relativos às dimensões dos acessos e aos equipamentos de cozinha impediram, no entanto, o seu licenciamento como bar.

  • Sala Roxa

    Criada paralelamente à Sala Laranja, a Sala Roxa cumpre de modo semelhante o propósito de apoiar a programação do Serviço Educativo, em especial o projecto A Música Toma Conta de Mim, que acolhe crianças dos 3 aos 10 anos e as envolve em sessões de descoberta e criação musical enquanto os adultos responsáveis por elas desfrutam de um concerto.

  • Sala Laranja

    Desenvolvida, como outros espaços da casa, numa lógica multifuncional, a Sala Laranja é, todavia, primordialmente utilizada em apoio ao Serviço Educativo.

  • Sala VIP

    Como o nome indica, a Sala VIP foi criada para ser uma espécie de cartão-de-visita da Casa da Música, um espaço distinto e particularmente formal da instituição. No entanto, tem sido sobretudo utilizada para eventos como pequenas conferências de imprensa, recepções, cocktails ou até lançamentos discográficos.

  • Terraço VIP

    Localizado por cima da Sala 2, o Terraço VIP foi projectado como uma zona técnica à qual os visitantes não teriam acesso. Durante a fase de construção, Rem Koolhaas acabou, todavia, por decidir incluir este espaço no percurso público da Casa, como uma praça interior. Por isto mesmo, a parede do lado esquerdo não foi erguida até cima e do lado direito não existe qualquer parede, apenas guardas de vidro.

  • Lobby

    Logo após a entrada principal, acede-se ao primeiro espaço funcional do edifício, que inclui Bilheteira, Recepção, Loja e Bengaleiro, passando exactamente por baixo do coração da Casa: a Sala Suggia. Da Bilheteira, o visitante tem a possibilidade de observar ensaios de música através do alumínio perfurado na parede oposta ao balcão, o que o leva a intuir um dos mais simbólicos objectivos do edifício: integrar o visitante no processo musical que antecede a apresentação pública. Em seis salas de dimensões reduzidas, à vista de quem passa, ensaiam solistas e pequenos ensembles. 

  • Foyer Nascente

    Ao topo das Escadas Norte encontra-se o Foyer Nascente. Com um enorme pé-direito (cerca de 17 metros), é um espaço fundamental para o desenvolvimento do processo de luz natural na Sala Suggia, recebendo a totalidade da incidência solar através de uma megajanela com painéis de vidro ondulados que Rem Koolhaas já tinha usado noutros projectos mas nunca de forma tão ambiciosa. 

  • Exterior